Quantas vezes você já sentiu vontade de dizer ou até mesmo gritar um Não bem grande e não conseguiu?
Fomos educados para sermos agradáveis, polidos com as pessoas, a não demonstrar descontentamento ou mesmo ressentimento.
Tem a questão religiosa que nos coloca em situação de pura culpa, e acabamos falando sim quando não desejamos, assumindo responsabilidades que muitas vezes não tem nada de gratificante e nem nos dizem respeito.
Já pensou o quanto já gastou de energia falando sim a alguém e depois ficou se remoendo de raiva por ter aceito fazer algo da qual não queria fazer?
Podemos pensar também qual é o ganho que se tem em estar sempre disponível ao outro? Será que tem medo de desagradar, de ser preterido, ser menos amado?
Dizer não é uma aspecto muito importante para o restabelecimento de nossa auto estima, pois coloca limite tanto no outro como em si mesma, se pensarmos na comida.
Podemos e devemos dizer não em muitas ocasiões em nossas vida, pois precisamos ter noção de nossos limites, como por exemplo não ir trabalhar no sábado porque seu chefe pediu, pois é seu dia de folga , e estava esperando para descansar.
Claro que em tudo temos que ter capacidade de avaliação para tomarmos um boa decisão, mas quero focar na quantidade de momentos que abre mão de VOCÊ em função do outro, e acaba se entupindo de trabalho, tarefas, compromissos e lógico de comida!
Ouço das pessoas diversas desculpas para justificarem a falta de tempo para se cuidarem: Não tenho tempo de ir na academia ainda, não deu para ir fazer minhas compras essa semana , ainda nem liguei para o cardiologista como me orientou, mas teve tempo para correr a cidade de um lado para outro em função de outros compromissos que nada dizem respeito a VOCÊ!
E lhes pergunto:
Quando isso vai mudar?
Qual presente tem se dado nos últimos meses? Uma massagem, um cuidado médico, uma caminhada no parque para relaxar…
Lembrem-se, que você tem o valor que se dá, e qual o valor que tem dado sua saúde e seu corpo?
Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica

17 comentáriosOlá meus amigos e amigas,
Esse vídeo é real, conheço de onde veio.
Peço para quem puder colaborar, que possam
fazer sua parte…
Um grande abraço
Luciana Kotaka

A nutricionista Marilize Busato de Oliveira Tamanini, especialista em gestão de negócios na área de alimentação e nutrição, está no mercado há dez anos e trabalha com educação nutricional em seu consultório, localizado no bairro Batel, em Curitiba-PR.
Avaliação antropométrica, bioempedância, educação nutricional e elaboração de planejamentos alimentares individualizados são algumas das ferramentas utilizadas em seu consultório, onde trabalha com educação nutricional continuada. O trabalho é feito com ética, sempre respeitando as necessidades individuais.
Através da mudança do comportamento alimentar, o cliente passa a ter subsídios para fazer escolhas inteligentes e sente-se motivado para o alcance de suas metas.
Dedica-se à melhoria dos hábitos alimentares das pessoas com flexibilidade e inteligência, sempre respeitando as necessidades e limitações de cada paciente.

Venham conhecer o site – www.saudeeprazer.com.br

Quando tudo o que passa pela mente é emagrecer a qualquer preço
Uma das grandes preocupações da psiquiatria atualmente está relacionada com a influência da cultura, dos hábitos de vida e dos valores sociais enquanto fatores que podem contribuir para o desenvolvimento de transtornos alimentares. Isto porque, nos dias de hoje, vivemos numa sociedade em que valorizamos o corpo perfeito, a magreza, as curvas torneadas e sem gordura. Vivemos numa época em que muitas meninas atribuem a sua felicidade a um corpo sem defeitos, esculpido, capaz de escravizar. Para estas moças, o conceito ideal de felicidade está no próprio corpo.
A grande consequência dessa cultura do culto ao corpo na saúde emocional se vê na ocorrência de alguns transtornos alimentares, sendo os mais comuns, a anorexia e a bulimia. Epidemiologicamente falando, estes transtornos atingem 1% da população feminina entre 18 e 40 anos de idade, tendo como grupo vulnerável para o desenvolvimento destes transtornos as meninas adolescentes e adultas jovens que aspiram trabalhar em atividades que privilegiam e enfatizam o estado de magreza, ex-gordinhas que se tornam obsessivas por práticas frequentes de dietas e pessoas com baixa autoestima, insegurança e perfeccionistas.
Hoje, os transtornos alimentares são muito discutidos, seja na comunidade científica, seja com o público comum, que se vê familiarizado com este tema. A anorexia já foi abordada em novelas e noticiários, retratando as limitações auto-impostas na dieta, o padrão alimentar anormal, a acentuada perda de peso induzida e mantida pela própria pessoa. Além disso, a pessoa doente tem uma perturbação na percepção do seu esquema corporal. Em outras palavras, é como se ela estivesse de frente ao espelho e enxergasse o seu corpo como um corpo gordo. Assim, ao perceber o seu corpo desta maneira, a anoréxica mantém um jejum progressivo que pode vir acompanhado de aumento excessivo de práticas de exercícios físicos. A este quadro, somam-se o afastamento social e a irritabilidade.
Na bulimia, que também já foi inúmeras vezes comentada na televisão, é característica a ingestão excessiva de alimentos em curto espaço de tempo, seguido de sentimentos de culpa e vergonha, que levam a vômitos voluntários para o controle do peso. Na bulímica, o rosto permanece arredondado e inchado, a pele seca e com cortes nas articulações das mãos devido aos traumas repetidos contra os dentes para vomitar, estes dentes tomam formato de meia lua pela ação erosiva do vômito e o humor é extremamente instável. Podemos encontrar o uso freqüente de diuréticos, laxativos e moderadores do apetite. Enfim, o tema principal de toda a conversa de quem tem transtorno alimentar é emagrecer .
Quanto ao seu tratamento, orienta-se que ele seja farmacológico, nutricional e psicoterápico. Nenhum tratamento irá agir de maneira isolada, principalmente porque as causas são complexas e podem vir associadas com outros transtornos psiquiátricos e clínicos. Medicamentos como os antidepressivos e antipsicóticos podem ser prescritos pelo médico. Diferentes técnicas psicoterápicas podem ser utilizadas, sendo as mais conhecidas e empregadas a da terapia cognitivo-comportamental.
Muitas vezes também, nos deparamos com pacientes desidratados, desnutridos e com o sistema imunológico debilitado. Para a correção do padrão nutricional prejudicado, estimula-se o ganho de peso, por meio da ingesta de alimentos ricos em nutrientes que auxiliarão na produção de anticorpos.
Vale ressaltar que, concomitantemente a todos estes tipos de tratamentos, é também recomendado que a família busque compreender que não se trata de um problema tão simples assim e, que a falta de regras claras no ambiente familiar ou até mesmo o excesso de regras, bem como a preocupação excessiva com a aparência física, com o corpo ou com regimes podem contribuir para o desenvolvimento de transtornos alimentares. Manter a calma e a persistência familiares são fundamentais para a compreensão da anorexia e da bulimia.
Gisela Cardoso Ziliotto é coordenadora adjunta do curso de Enfermagem da Universidade Nove de Julho (UNINOVE).

Temos que olhar para isso que teima em aparecer todos os dias e te leva a comer tudo e mais um pouco, sem limites ou escolhas.
É necessário identificar que bicho é esse, que ataca assim com tanta voracidade, que te leva ao desespero de sair a noite só para comprar aquilo que tanto anseia.
Será que quando essa “fome” aparece, ela é real, ou é fruto de outras situações como faltas…
Falta de afeto, amor, carinho, atenção, respeito, prazer, enfim, são tantas as situações.
Já reparou que horas ela costuma aparecer? Trace estratégias para que nesse horário possa sair ilesa, sem ficar entupida de comida.
Pense, o que poderia fazer nesse horário para não ficar a mercê dela?
Caminhar, tomar um banho relaxante, assistir um bom filme ou ler um livro bem intrigante . Não importa a atividade que escolheu, mas tem que ser algo prazeiroso e que prenda sua atenção.
Lembre-se de que você tem todas ferramentas para cuidar dessa compulsão, que vão desde uma boa alimentação, como atividades que sejam interessantes.
Mudando sua rotina, se organizando com sua alimentação,reconhecendo suas vitórias, respeitando-se, vai poder encarar esse processo de forma diferente dos anteriores, e irá garantir uma boa relação com a comida.
Luciana Kotaka
















