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08
set 09
Arquivado em Default às 19:54 por Luciana Kotaka

barriga

Para evitar o acúmulo de gordura abdominal, além de exercícios localizados específicos, são importantes alimentos ricos em proteínas, gorduras insaturadas e devem ser enfatizados monoinsaturadas (azeite de oliva, abacate, amendoim. Abaixa o LDL e o colesterol total. Ingira a maior parte de gorduras desse tipo), fibras e cálcio.

Já no lado negro da força agindo a favor do acúmulo da barriguinha, temos os alimentos: carboidratos refinados (alimentos ricos em açúcar e farinha branca), gorduras saturadas (presente em carnes gordas, laticínios com maior concentração de gordura e manteiga) e gorduras trans (pipoca de microondas, salgadinhos de pacote, donuts, biscoitos, principalmente os recheados e os wafer, bolachas, sorvetes, grande maioria, até mesmo os light, sorvete hidrogenado é mais espumoso, margarinas, quanto mais dura pior, lanches fast-food, chocolate, cuidado com os diet – são os piores, macarrão de preparo rápido, temperos prontos, em tabletes ou em pó; tortas e bolos prontos e semiprontos, ficam bem fofos; pães, principalmente os de massa doce; chips; batata-frita, tanto as de pacote quanto às de fast-food e achocolatados prontos), vale lembrar que a gordura transaturada não trás nenhum benefício e aumenta o colesterol e risco de doença cardíaca.

Alimentos Poderosos

 Amêndoas, castanha do Pará, cajú, amendoim e nozes.
 Aveia instantânea pura
 Azeite extravirgem de oliva
 Combinações de pratos de salada coloridos, nutritivos e saudáveis.
 Feijões e leguminosas (ervilha, lentilha, grão de bico).
 Frutas vermelhas, como morango, framboesa e amora.
 Laticínios – leite semidesnatado ou desnatado, iogurte e queijo com pouca gordura (cottage), ricota.
 Ovos
 Pães e cereais integrais
 Peixes, Peru e outras carnes magras
 Quinoa

São poderosos, pois ajudam na queima de gordura e auxiliam na manutenção da imunidade.

Não se deve limitar a interpretação do consumo alimentar apenas as calorias que os alimentos contém, o ideal é analisar os benefícios do alimento, quantidade de fibras, índice glicêmico controlado (serve para os carboidratos e mede através da quantidade de açúcar liberado durante a digestão o esforço que o pâncreas precisa fazer para liberar insulina), o horário em que se alimenta, pois no início do dia nosso hormônio cortisol está em alta e um café da manhã completo auxilia na queima de calorias durante o dia.

A atividade física regular, auto estima elevada e o estado emocional equilibrado somados a uma alimentação variada, equilibrada, fracionada em quantidades adequadas as necessidades individuais é a soma para a fórmula ideal para a vida com mais saúde e paz com o espelho.

Consulte o seu nutricionista e individualize a sua dieta de acordo com suas necessidades e objetivos.

Marilize Tamanini

Nutricionista – www.saudeeprazer.com.br

04
set 09
Arquivado em Default às 22:00 por Luciana Kotaka

amor


Roberto Shinyashiki

Certamente cada um de nós, pelo menos uma vez na vida, refletiu sobre o amor. Essa energia que movimenta toda a humanidade, muito mais preciosa que o ouro, e de cuja existência às vezes se duvida. É procurada nos outros, em nós mesmos, nos livros e, quando não é encontrada, leva à dolorosa sensação de solidão.

Comecemos nossa reflexão vendo o que “não é amor”. Há uma confusão muito grande entre o amor verdadeiro e um produto similar chamado amor de troca – uma conduta usada como moeda, para dar direito a cobrar determinados comportamentos dos companheiros. Exemplo típico disso é a eterna cobrança: “Eu sempre cuidei de você, agora que preciso não o tenho comigo”.

O amor é uma energia que cresce dentro de nós e nos convida a estar com o outro. Quando estamos em estado de amor, torna-se inevitável agir de forma amorosa. Portanto, o outro, no fundo, faz-nos um favor ao se deixar amar por nós.

O amor não é um convite à infelicidade. Quando, numa relação, as pessoas se sentem amarguradas, convém refletir cuidadosamente, pois o amor é uma energia que impulsiona para a vida. Quando estamos amando alguém, sentimo-nos vivos e em sintonia com o Universo.

Amar não é viver assustado, procurando adivinhar o que o parceiro quer, para obter sua aprovação ou temendo o seu mau humor. O sentimento do amor nos dignifica e nos dá a verdadeira dimensão do nosso valor; faz-nos sentir que pertencemos à raça humana e que não somos meros complementos um do outro.

Declaração dos Direitos do Amor

· Duas pessoas podem viver juntas numa relação construtiva e amorosa, apesar de serem diferentes.

· Duas pessoas parecidas podem amar-se e viver juntas.

· A família pode ser um espaço aconchegante e cheio de estímulos para o crescimento.

· Uma mulher e um homem podem ter sucesso profissional, festejar juntos e continuar românticos.

· Um homem e uma mulher podem somar amor e sexo.

· A mulher, antes de tudo, é uma mulher.

· O homem, antes de tudo, é um homem.

· A individualidade pode ser preservada, ao mesmo tempo em que a relação é construída.

· Um homem e uma mulher podem confiar um no outro.

· Entregar-se não é submeter-se ao outro, mas render-se ao amor que o outro sente por nós.

· Uma relação pode acabar e, ainda assim, continuar havendo compreensão, proteção e respeito mútuo.

· Um ser humano só é livre quando ama.

· Amar alguém é chamá-lo para a vida e exercer o próprio ato de estar vivo.

· O ser humano não pode ser uma fome sem alimento, uma sede sem água, uma pergunta sem resposta, uma vida sem amor.

· Um homem e uma mulher podem encontrar, juntos, suas próprias soluções.

· O medo de amar é fruto da imaginação.

· Todos os seres humanos têm direito a cometer enganos.

· Amar pode dar certo.

Amar não é ficar parado, como um rei, esperando que o outro, pelo fato de estar sendo amado, sinta-se devedor de nosso sentimento.

O amor nos proporciona uma sensação de gratidão para com a existência; um sentimento de ser abençoado pela dádiva divina. E, em retribuição, somos levados a cuidar desse amor.

Amar não é simplesmente ter desejo sexual, que, apesar de ser algo incrível, não é o único elemento do amor. As pessoas que vêem o amor como algo puramente genital, em geral acabam por empobrecê-lo.

Amar é uma viagem a ser feita com alguém, na qual, ao mesmo tempo em que desfrutamos essa entrega, desvendamos os mistérios que ela nos apresenta a cada momento.

O amor é uma força que nos leva a enfrentar todos os nossos medos, criados desde as primeiras experiências dolorosas de aproximação.

Torna-nos corajosos e ousados, prontos a desafiar o tédio e o comodismo, a enfrentar o desafio do cotidiano, sem deixá-lo transformar-se em rotina.

Proporciona-nos uma postura de aprendiz, concedendo-nos a suprema compreensão de que, quando somos levados pelo impulso do amor, realizamos algo. No amor, não estamos nos submetendo ao outro, mas sim obedecendo às ordens do sábio que existe dentro de nossos corações.

O amor nos dá coragem para enfrentar todas as mensagens negativas ouvidas na infância, do tipo “homem não presta”, que poluem nossos pensamentos.

Não podemos exigir a perfeição do ser amado, pois, como dizia Aristóteles: “O amor é o sentimento dos seres imperfeitos, posto que a função do amor é levar o ser humano à perfeição”.

O amor é um convite a estar com o outro, porque, segundo Francesco Alberoni: “É um estado nascente de um movimento a dois; é um querer estar compartilhando alegrias e dores, problemas e soluções com o ser amado”.

O amor leva-nos a respeitar a nossa própria individualidade e a do outro, pois, de acordo com Rajneesh: “Viver é como o ciclo respiratório. Na inspiração entra-se em contato consigo próprio, é o estar só, é o momento em que se carrega o coração de energia, é a maturação do feto, a preparação do botão de rosa. E na expiração dá-se o encontro, o desabrochar do amor, o renascimento com o outro, ‘o ser’ com o outro. A respiração não é possível sem os dois movimentos. Precisamos da inspiração tanto quanto da expiração”.

O amor é a força que nos torna guerreiros, sem revolta; como afirmava Erich Fromm: “Amar é comprometer-se sem garantias; entregar-se completamente, com a esperança de que nosso amor produza amor na pessoa amada”.

O amor é uma viagem para dentro de nós, em busca de respostas que nos revelem o que está certo conosco, mesmo que o outro esteja sendo desleixado com nosso amor. Porque, como dizia Antoine de Saint-Exupéry, “o amor é o processo em que você me mostra o caminho de retorno a mim mesmo”.

A palavra amor é muito limitada para expressar a totalidade do seu significado e, por isso, ao procurarmos conceituar o sentimento, é inevitável que o limitemos.

O amor é muito mais que o encontro de dois corpos, muito mais que a união entre duas pessoas. É a própria consciência da Existência: a crença nas forças divinas, que cuidam de todo universo e que nos levam um ao outro, com a mesma fluidez com que aproximam uma nuvem de uma montanha, que nos proporcionam uma força sobre-humana, que dão energia ao vento, ao mar e à chuva e que nos tornam grandes como pinheiros gigantescos.

No amor seguimos um caminho, realizando uma história, cujo final, apesar de todo o nosso conhecimento, só vamos saber quando a completarmos.

A única certeza que temos é a de que o amor é uma condição inerente ao ser humano. Assim como a flor emana o seu perfume, o homem naturalmente escala o amor. Isso é tão inevitável quanto é impossível proibir a terra molhada de desprender seu cheiro.

Aproveitem e amem muito, pois somente o amor é capaz de mudar o rumo de nossas vidas!

Luciana Kotaka

02
set 09
Arquivado em Default às 14:58 por Luciana Kotaka

sindrome_de _ondina

Segundo a psicóloga americana Louise L. Hay todas as doenças são criadas por nós.

Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no organismo.

Todas as doenças tem origen em um estado de nao-perdão , diz a psicóloga.

Sempre que estamos doentes nescessitamos descobrir a quem devemos perdoar.

Significa que precisamos perdoar mais.

Pensar, tristezas, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão.

Perdoar dissolve o ressentimento.

A seguir uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicologa:

DOENÇAS CAUSAS
Amigdalite (garganta inflamada) Emoções reprimidas, criatividade sufocada
Anorexia Ódio ao extremo de si memo
Apendicite Medo da vida, bloqueio do fluxo do que é bom.
Arterosclerose Resistência, recusa de ver o bem
Artrite Critica mantida por longo tempo
Asma Sentimento contido, choro reprimido
Bronquite Ambiente familiar inflamado, gritos , discuções
Cancer Mágoa profunda, tristeza mantida por muito tempo
Colesterol Medo de aceitar a alegria
Derrame Resistência. Rejeição a vida
Diabetes Tristeza profunda
Diarréia Medo, rejeição, fuga
Dor de cabeça Autocritica, falta de valorização
Dor nos joelhos Medo de recomeçar, medo de seguir em frente
Enxaqueca Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista
Frigidez Medo, negação do prazer
Gastrite Incerteza profunda, sensação de condenação
Hemorroidas Medo de prazos determinados, raiva do passado
Hepatite Raiva, ódio. Resistência a mudanças
Insônia Medo, culpa
Labirintite Medo de não estar no controle
Meningite Tumulto interior, falta de apoio
Nódulos Ressentimento, frustração. Ego ferido
Pele (acne) Impidualidade ameaçada. Não perdoa a si mesmo
Pneomonia Desespero, cansaço da vida
Pressão alta Problema pessoal duradouro não resolvido
Pressão baixa Falta de amor quando criança
Prisão de ventre Preso ao passado, medo de não ter dinheiro suficiente
Pulmões Medo de absorver a vida
Resfriados Confusão mental, desordem, mágoas
Reumatismo Sentir-se vítima, falta de amor, amargura
Rinite alérgica Congestão emocional, culpa, crença em perseguição
Rins Medo de crítica, do fracasso, desapontamento
Sinusite Irritação com pessoa próxima
Tireóide Humilhação
Tumores Alimentar-se de mágoas, acumular nervoso
Úlcera Medo de não ser bom o bastante
Varizes Desencorajamento. Sentir sobrecarregado .

Importante fazermos uma reflexão e relação entre as emoções e as doenças, pois precisamos aprender a canalizar de forma adequada nossas dificuldades e problemas para que não termos que enfrentar algo maior.

Créditos :Texto recebdio por e-mai de – jcam
Luciana Kotaka

31
ago 09
Arquivado em Default às 20:35 por Luciana Kotaka

Alimentação
liberdadeII

Recusar um bom prato de comida por medo de engordar, mesmo estando bem abaixo do peso ideal, ou comer 5 mil calorias em uma única refeição são indícios de que algo não anda bem na maneira de se alimentar. Divididos em anorexia, bulimia e compulsão alimentar, os transtornos alimentares são capazes de causar sérios danos à saúde, caso não sejam tratados.

Atingindo, na maioria das vezes, adolescentes com preocupações exageradas quando o assunto é aparência, as alterações na conduta alimentar são causadas por distorções mentais.
“Nenhum dos pacientes que apresenta os sintomas de um transtorno alimentar procura tratamento sozinho.

É importante que os familiares estejam atentos aos sinais”, alerta Veruska Lafstória, psiquiatra do Programa de Orientação e Assistência aos Pacientes com Transtornos Alimentares, da Unifesp.
A pedido do Minha Vida, a especialista esclarece todas as dúvidas relacionadas às doenças que chegam despercebidamente e podem levar à morte.

Qual a diferença entre anorexia e bulimia?
“Uma pessoa com anorexia emagrece muito e a olhos vistos. E, mesmo assim, se acha gorda, porque tem uma imagem distorcida do próprio corpo”, diz Veruska sobre um dos principais indícios da doença. O paciente se recusa a comer ou restringe radicalmente os alimentos do cardápio.
Outro sintoma que ajuda a diferenciar os transtornos é que os anoréxicos acreditam que a magreza é sinônimo de sucesso. “Caso esteja com o peso normal, o paciente acha que não vai conseguir um emprego ou namorado”, exemplifica a psiquiatra.
Já os bulímicos estão sempre preocupados com a dieta, mas não emagrecem tanto, porque não param de comer. “A pessoa com bulimia, seja através do vômito, de diuréticos ou laxantes, elimina água apenas”, afirma Veruska. Ou seja, os nutrientes dos alimentos são absorvidos pelo corpo, mesmo ao serem expelidos, fazendo que a pessoa não emagreça.

Quais são os primeiros sinais de cada um dos problemas?
Para evitar que os sintomas cheguem a despertar atenção física e passem a causar prejuízos ao corpo, Veruska alerta para sinais como se olhar muito no espelho, subir na balança a toda hora e, até mesmo, evitar eventos sociais. “O fato do filho recusar diversos convites para sair de casa, pode ser um sinal de que ele não quer enfrentar locais ou festas que tenham comida”. Nos casos de bulimia, a pessoa se sente envergonhada por comer demais e usa as alternativas compensatórias, como o vômito às escondidas.

Como é feito o diagnóstico?
Além dos notáveis distúrbios psicológicos, os sintomas das doenças também apresentam aspectos biológicos. As meninas anoréxicas, por exemplo, deixam de menstruar. “Se a paciente costumava ter um ciclo regular e passa três meses consecutivos sem menstruar, pode estar com anorexia”, constata Veruska. Já os meninos apresentam prejuízos no crescimento dos pêlos (barba, inclusive) e diminuição da libido.
Os bulímicos passam por alterações psicológicas mais difíceis de serem notadas, já que evitam comer acompanhados, se escondem ao apelar para os métodos purgativos e sofrem pouca variação de peso. Comer compulsivamente grandes quantidades a cada duas horas e lançar mão das alternativas para pôr os alimentos para fora pelo menos duas vezes por semana indica a bulimia.

Como são os tratamentos?
Nos dois casos, o paciente é tratado com uma equipe multidisciplinar, que envolve psiquiatra, psicólogo, nutricionista e, nos casos em que é preciso redobrar os cuidados e supervisionar o tratamento durante todo o dia, a companhia de um terapeuta ocupacional.
Caso os transtornos alimentares não sejam tratados, o que pode acontecer?
“Além da transição de um distúrbio alimentar para o outro, podemos observar o surgimento de um problema crônico, levando à doenças mais sérias e até à morte”, ressalta a psiquiatra da Unifesp. Isso quer dizer que uma pessoa anoréxica pode desenvolver bulimia também.

As conseqüências mais graves da bulimia são gastrite, exofagite, gengivite e danos no esmalte dos dentes. E, como resultado de bulimia e anorexia não-tratadas, está a perda de eletrólitos e potássio no organismo. A falta de tais nutrientes leva à arritmia cardíaca, o que pode causar a morte dos pacientes.

http://msn.minhavida.com.br

29
ago 09
Arquivado em Default às 17:51 por Luciana Kotaka

expectativas

O esperado quando estamos envolvidos em um novo relacionamento, trabalho, ou mesmo um novo método de emagrecimento, é  termos expectativas  quanto ao desenrolar da situação em questão.

Porém observamos uma tendência de potencialização dessas expectativas a ponto de causar a nós mesmos uma grande decepção. Idealizamos, sonhamos e perdemos a noção do que é real e possível em nosso novo empreendimento, e acabamos sofrendo, pois a realidade nos causa uma grande desilusão.

Um dos caminhos mais seguros para que isso não ocorra, é fazer uma breve avaliação das possibilidades de sair vencedor . Sair de cena e ficar nos bastidores, observando os prós e contras de determinada situação dar certo ou o pior, ir para o ralo abaixo.

Quando nos afastamos de uma  situação e fazemos uma pré avaliação do andamento e percurso a se percorrer para o alcance de um objetivo,  podemos ter a noção de uma realidade mais fidedigna, não nos frustrando tanto quando não alcançamos o resultado almejado.

Esse processo é muito importante quando decidir iniciar sua reeducação alimentar, pois regimes e dietas são contraproducentes, então faça certo desde o início.

Precisa ter em suas mãos o controle da sua ingesta alimentar, pois comer é para se nutrir, e não para preencher um vazio, ou um processo de ansiedade frente a outras situações a que possa estar exposto diariamente.

Portanto o ideal é traçar metas realistas, para que a frustração não seja obstáculo frente a sua determinação de vencer.

Emagrecer aos poucos é a melhor forma de manter o peso magro, lembrando que “dietas” ou “regimes’ restritivos levam a compulsão, atrasando seu objetivo inicial que é a perda de peso.

A reeducação emocional e alimentar é o caminho do sucesso para qualquer processo de perda de peso, pois o objetivo é aprender a comer de forma adequada, somente por fome, e sentir-se leve e tranquilo com as escolhas alimentares.

Planejar é decidir de antemão qual é, e como será a sua vitória.”
( Rhandy di Stefano )

Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica

Curitiba – PR