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04
fev 10
Arquivado em Default às 19:43 por Luciana Kotaka

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Um grupo de pesquisadores descobriu que a reação de um composto químico com uma enzima presente no corpo dos ratos faz com que o organismo imediatamente comece a consumir mais gorduras, segundo artigo publicado hoje pela revista “Cell Metabolism”.

A enzima é denominada Fyn e controla, indiretamente, a atividade que os pesquisadores descrevem como “o comutador mestre de energia”.

“Quando há um desequilíbrio entre o que comemos e o que gastamos” o resultado é o excesso de peso e a obesidade, disse Claire Bastie, da Faculdade Albert Einstein de Medicina e Neurociências de Nova York. “E o problema da obesidade não desaparecerá por si só. Este é um mecanismo para ajudar o corpo a queimar energia adicional”, acrescentou.

A equipe de Bastie já tinha demonstrado que os ratos que necessitam totalmente da enzima Fyn queimam mais ácidos graxos e gastam mais energia –portanto, ficam mais magros. Esses roedores também apresentaram outros benefícios metabólicos, inclusive uma maior sensibilidade à insulina.

Estas constatações foram resultado dos níveis mais altos do ativador principal de energia AMPK nos tecidos adiposo e muscular.

As conclusões indicavam que a enzima podia oferecer uma oportunidade para um novo tipo de remédio destinado à perda de peso.

Agora os pesquisadores conseguiram um argumento adicional para a ideia de que a inibição química da enzima Fyn com um composto experimental conhecido como SU6656 tem de fato consideráveis benefícios metabólicos para os ratos.

Em última instância, os animais parecem se tornar mais aptos fisicamente, pois perdem gordura e se mantêm magros.

Em seu artigo, os pesquisadores dão detalhes de como exatamente trabalha a enzima Fyn: ela atua sobre outro componente do mecanismo da energia, o qual conduz a mudanças nos níveis de AMPK.

Bastie disse que o composto SU6656 não é o candidato ideal para os testes clínicos com humanos porque tanto a enzima Fyn como o AMPK têm efeitos sobre o cérebro, além da gordura e do músculo.

Os cientistas deverão encontrar, agora, um composto que afete somente os atores moleculares desejados.

Folha Online
da Efe, em Washington

03
fev 10
Arquivado em Default às 08:01 por Luciana Kotaka

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Saiba o que Stéphane Clerget, autor do livro “Les Kilos émotionnels”, diz sobre a influência de nossas emoções no ganho de peso

Você pode ter vontade de sobra, mas se algumas emoções, como a ansiedade e a culpa, por exemplo, permanecerem em sua vida, emagrecer se tornará uma tarefa quase impossível. Conversamos com o psiquiatra francês Stéphane Clerget, autor do livro “Les Kilos émotionnels – Comment S’en Libérer Sans Régime Ni Médicaments” (“Os Quilos emocionais – Como se liberar sem regime nem medicamentos”), editora Albin Michel, ainda inédito no Brasil, e descobrimos que não basta somente o entusiasmo: é preciso estar com os sentimentos em dia.

iG Quais são as principais emoções que podem nos fazer engordar?
Stéphane Clerget Todas as emoções, em seus diferentes graus, podem interferir em nosso ganho ou perda de peso. Na maioria das vezes, a preocupação, a raiva contida, a tristeza, a ansiedade, o sentimento de vazio e a culpa colaboram para isso, mas há casos em que as emoções positivas, como a alegria, também contribuem. Além disso, não podemos nos esquecer dos conjuntos emocionais mais complexos, como o estresse, a falta de confiança em si, a falta de autoestima e a depressão.

iG De que maneira as nossas emoções podem influenciar em nosso peso?
Stéphane Clerget As emoções nos fazem engordar levando-nos a comer mais ou modificando a natureza do que comemos, nos levando a exagerar em alimentos mais açucarados ou a abdicar de diferentes temperos, por exemplo, o que pode variar de acordo com nosso humor. Elas também nos fazem engordar por modificarem nosso nível de atividade e de consumos energéticos: a tristeza, por exemplo, nos deixa menos fisicamente ativos. Por outro lado, surpreendentemente, as emoções também podem aumentar o nosso peso por meio da estocagem de gorduras, como se a pessoa “tirasse maior proveito” do que come.

iG As emoções atuam diferentemente nos homens e mulheres e em suas relações com a comida?
Stéphane Clerget Mesmo que algumas emoções se encontrem mais habitualmente em um homem ou mulher, elas são comuns a ambos os sexos. Entretanto, razões hormonais e culturais fazem com que homens e mulheres reajam de maneira distinta frente a diferentes sentimentos emocionais. Desta maneira, diante de uma frustração, os homens liberarão mais facilmente suas emoções, tomando atitudes em relação a elas, e as mulheres irão interiorizá-las, assumi-las. Claro, mas não é algo evidente, não acontece com todos.

iG Porque emagrecer é tão difícil para algumas pessoas e tão fácil para outras?
Stéphane Clerget Quando a alimentação é a única fonte de prazer de uma pessoa, não se deve pedir a ela que renuncie a comida enquanto não tiver acesso a novas possibilidades de prazer. Em algumas pessoas, há uma real vontade de emagrecer, mas existem obstáculos interiores, dos quais não há nem mesmo consciência e que são ainda mais fortes do que a própria vontade. Em outras, é muito fácil perder peso porque elas sabem se restringir violentamente, mas é algo de curta duração: o sobrepeso retorna assim que elas relaxam.

iG Diante da função da emoção no ganho de peso, os regimes podem se tornar inúteis?
Stéphane Clerget Qualquer que seja o tipo de regime, ao final de cinco anos, 90% das pessoas retoma seu peso original ou maior. Portanto, o regime por si só é inútil. Mas a escolha dos alimentos não deixa de ser importante, porque eles possuem um impacto emocional sobre o indivíduo. As pessoas que fazem dieta devem ter o sentimento de que o que elas comem é bom para elas e devem sentir um prazer verdadeiro ao comê-los. Obrigar-se a emagrecer sem nenhum tipo de prazer não é eficaz a longo prazo.

iG O que pode ser feito para evitar que as emoções, principalmente a ansiedade, influenciem tanto no que comemos?
Stéphane Clerget A ansiedade pode surgir devido a fatores genéticos e fatores adquiridos pelo entorno. Esses fatores representam mecanismos de defesa psíquicos que aprendemos a colocar em prática durante o desenvolvimento da emoção. É necessário retornar às fontes de nossa ansiedade para poder pesquisar e encontrar seus determinantes a fim de abandoná-los. Uma pessoa pode possuir uma ansiedade, por exemplo, que foi repassada pela avó que a educou, e acreditar que esta ansiedade é realmente dela, e não adquirida de outra pessoa.

iG Quantos quilos por ano alguém pode engordar devido a problemas emocionais?
Stéphane Clerget Não há limite para o inconsciente. O sobrepeso ocasionado por fatores emocionais pode tornar-se também a origem de um mal-estar mais profundo e, num círculo vicioso, ocasionar outros quilos emocionais.

Renata Losso, especial para iG São Paulo | 02/02/2010 17:34
Stéphane Clerget, autor do livro “Les Kilos émotionnels”

Como venho colocado em meus textos, o autor acima também trabalha os aspectos das emoções relacionados com o sobrepeso e obesidade.
Importante buscarem ajuda de um profissional da área da psicologia, para detectarem os faores disparadores da superalimentação e se instrumentalizarem em busca de soluções efetivas no porcesso de perda de peso.

Um abraço
Luciana Kotaka

02
fev 10
Arquivado em Default às 01:00 por Luciana Kotaka

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Passamos por momentos difíceis e parece que tudo vai desmoronar. Já se sentiu assim também?

Pode ser no relacionamento com o parceiro, o ambiente ruim do trabalho, a casa que nunca consegue arrumar, os filhos pedindo atenção constante, mas e você, tem tempo para se cuidar?

Nos propomos a mudar nossa vida, realizar projetos e nos dedicamos com toda energia em busca de um grande fim, mas nos esbarramos em situações que nos limitam e impedem de sermos grandes empreendedores.

Não precisamos ir tão longe, temos vários exemplos que nos levaram a fracassar, principalmente quando tratamos sobre emagrecimento.

Como é difícil nos mantermos firmes nos objetivos, mesmo sabendo quais são os caminhos do sucesso. Muitas vezes é a semana estressante, e mal temos tempo para cuidar de si mesmo.

É preciso ter claro que as dificuldades não devem nos paralisar, pois quem está crescendo está sempre caindo, levando tombos, e sabemos que quando nos propomos a emagrecer, vamos cair muitas vezes.

Sabemos que ao tomar uma decisão, vamos enfrentar dificuldades, mas temos que confiar de temos condições de superá-las, e chegar ao resultado almejado.

Acomodar-se aos tombos e erros não é uma atitude assertiva, pelo contrário, só acarreta comportamentos negativos. Ao acreditarmos que somos capazes, usamos nossas competências e conhecimentos, gerando resultados eficazes e duradouros.

É, parece que emagrecer depende de você mesmo e de sua disponibilidade de acreditar. Assumir a responsabilidade dos resultados de seu processo, é crescer, é tomar em suas mãos sua vida e dar conta de seu desejo.

Um abraço
Luciana Kotaka

01
fev 10
Arquivado em Default às 20:17 por Luciana Kotaka

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Tomar shakes para substituir refeições e emagrecer pode ser perigoso, indica avaliação da Proteste, Associação Brasileira de Defesa do Consumidor. De cinco produtos testados, nenhum possui equilíbrio nutricional suficiente.

Shakes não possuem taxas equilibradas de proteínas, carboidratos e gorduras

Os shakes testados foram Bio Slim, Diet Shake, Diet Way, Herbalife e In Natura no sabor chocolate. Praticamente todos fornecem carboidratos e proteínas demais e gordura de menos. Herbalife e In Natura têm taxas de carboidratos dentro dos parâmetros ideais.

A associação não recomenda o consumo frequente de shakes sem orientação adequada de um especialista, pois o emagrecimento rápido poderá vir à custa de perda de músculos e água, não de gordura.

Segundo a Proteste, o consumo em excesso de proteína, a longo prazo, pode acarretar problemas renais e hepáticos e perda de cálcio pelo organismo. Apesar de os produtos estarem dentro dos limites legais, o órgão acredita que a quantidade não deva ultrapassar 10 a 15% do valor energético do produto. Em média, os shakes apresentam 32% de proteína.

A gordura, por sua vez, aparece em baixíssima quantidade, mas o corpo precisa de lipídios para absorver vitaminas e sintetizar hormônios, diz a entidade. Já com relação às fibras, para substituir uma grande refeição, os shakes deveriam ter cerca de 10 gramas de fibra por porção, porém nenhum deles chega nem perto deste valor.

Uma dieta saudável também precisa de carboidratos, cerca de 50 a 60%, de acordo com a Proteste, mas três dos shakes fornecem mais do que isso, apesar de possuírem valor energético baixo -de 190 kcal (Herbalife) a 230 kcal (Diet Shake) – já misturados com leite.

A Associação alerta ainda que Diet Shake e Herbalife não têm data de fabricação, sendo que o segundo também não informa a validade após aberto. O shake DreamWeek – Light Shake não tem registro no Ministério da Saúde (obrigatório em alimentos para controle de peso). Assim, não se enquadra na portaria que regula os shakes e não foi testado.

Do UOL Ciência e Saúde
Em São Paulo

31
jan 10
Arquivado em Default às 14:53 por Luciana Kotaka

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Em 2010 quero e desejo um mundo mais harmonioso, muita paz, tolerância e principalmente, um ano de maior iniciativa a caridade. Se todos nos movermos em função dos nossos irmãos, construímos um mundo mais feliz!

Um beijo carinhoso
Luciana