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20
ago 10
Arquivado em Default às 08:58 por Luciana Kotaka

supermercado


Nós aprendemos e conhecemos sobre os alimentos, quando os comemos, é a partir desse momento que nosso cérebro os inscreve em seu repertorio alimentar. Você nunca se perguntou por que às vezes sente uma vontade especifica de comer esse ou aquele alimento? Não temos consciência  mas o alimento nesse caso contém um nutriente o qual nosso organismo está necessitando no momento especifico. Existem trabalhos no campo da neurofisiologia de alimentação que mostra que nosso cérebro registra não apenas o prazer gustativo de um alimento, mas também o que ele nos proporciona a nível metabólico.

Construa seu repertório alimentar! E fique em paz com seu corpo!!

Quando nos orientamos habilmente e encontramos o alimento que nos convém através de nosso repertorio alimentar, fica mais fácil nos manter saudáveis e em paz com nosso corpo. Se você ainda não está familiarizado com seu repertorio alimentar, você pode alterar isso. Cada família ou pessoa estabelece uma lista de alimentos que mais gosta, de carnes, peixes, queijos, ovos, frutas, legumes e outros. Esses alimentos podem ser chamados de alimentos de base, com os quais você pode elaborar muitas receitas praticamente constantes e dessa forma, você consegue construir um repertorio de produtos de base.

Antigamente as casas de produtos alimentares ofereciam, em torno de duzentos, trezentos tipos de produtos alimentares, atualmente, é oferecida pelos grandes especialistas em produtos alimentares ou supermercados, uma gama infinita de alimentos e a cada vez que comemos sentimos um gosto novo, diferente. Maravilhoso ao bel prazer, por outro lado, pobre de nosso repertorio alimentar que sofre com tanta variedade e sem tempo de assimilar tamanha aventura. Somos dessa forma, conduzidos a viver em um mundo alimentar desconhecido, toda nossa regulação alimentar referente a quantidade e qualidade dos alimentos tão necessários para manter nosso equilíbrio físico e emocional, torna-se complicado.

Como contornar essa dificuldade? Precisamos nos lembrar e reencontrar os prazeres simples, aqueles que nos trazem os alimentos simples, de base. Por exemplo, um pequeno pedaço de pão e um pouco de água também pode nos dar prazer. Existe algo melhor que um copo d água fresca quando estamos com sede? Se estiver realmente com fome, tem algo melhor que sentir o cheirinho de pão crocante que acabou de sair do forno?  Se não estivermos com apetite ou fome, ou seja, se nosso organismo não estiver pedindo nada, com certeza, sentiremos apenas um prazer alterado, misturado. É bom lembrar que respeitar nossas sensações e emoções alimentares não nos impede de também desfrutar outros alimentos mais sofisticados ou de nos dar prazer uma vez ou outra diante de uma  mesa farta.

Os prazeres simples se satisfazem dentro de uma cozinha também simples. Por exemplo, um ovo ou um peixe deve ser preparado dentro da simplicidade, isto é, quando os produtos são bons, frescos, não precisamos realmente misturar muito tempero, sofisticar demais, utilizar produtos industrializados. A publicidade de produtos alimentares, o tempo todo, tenta nos induzir a mudar nossos prazeres simples. É um bombardeio de anúncios, propagandas com pessoas lindas comendo ou bebendo algo diferente, que fica difícil manter fidelidade ao nosso gosto. Quando ficamos suscetíveis a essas manobras do mercado, perdemos nosso repertorio alimentar e com ele nossa intuição que nos diz o tempo todo aquilo que realmente nosso organismo necessita e quer.

Para evitar a obesidade mantenha-se fiel ao seu repertorio de base ou aos produtos que realmente sabe que aprecia. Quando for fazer compras no supermercado, compre apenas a quantidade que vai utilizar, não faça estoque de alimentos em casa. É melhor faltar algum alimento e você completar com outro que já tenha em casa do que sobrar. Faça uso de suas receitas leves e não fique inventando com todo tipo de tempero. Uma vez que você já conhece a receita e gosta da mesma, significa que esse sabor já faz parte de seu repertorio familiar e te traz satisfação, aproveite e se satisfaça!!!! Se precisar ou quiser consumir produtos industrializados que são tantos, conheça uma marca e também seja fiel a ela se você apreciar, isso o ajudara a não ficar experimentando tudo o que aparece de novidade.

Enfim, manter um repertório alimentar, não significa que você deva ser o tempo todo um conservador e fora do mundo. Você pode enriquecer seu repertório, e se divertir com isso se de vez em quando você criar novas receitas, deixando-as no ponto que quer. Como você vê, não é tão difícil, mãos a obra e siga sua intuição alimentar e se mantenha no peso saudável ao seu organismo.

Texto escrito por Lucia Cianfarani/ Psicóloga, tomando como base o livro mangez em Paix de Gerard Apfeldorfer, edição 2008/2009.

18
ago 10
Arquivado em Default às 09:48 por Luciana Kotaka
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Atualmente a perda de peso se tornou o foco de muitas crianças, jovens e  adultos, que insatisfeitos com o peso e contorno corporal, saem em busca de soluções para enfrentar esse problema.

É importante que nesse processo em busca do corpo saudável, possamos traçar metas reais, onde levamos em consideração a idade, altura, entre outros fatores que podem determinar o não a perda de peso.

A valorização do corpo magro vem sendo cultuada, e invadidos por propagandas em massa, perdemos o referencial do que seria ou não adequado e saudável, para usarmos como instrumento para a perda de peso.

Determinamos valores irreais e sacrificantes , sem termos informações adequadas , o que leva o corpo responder a esse ataque, freando a perda de peso.

Esse processo gera decepção, indignação em muitas pessoas, mas se formos realizar um levantamento, iremos verificar que na grande parte dessa população, os regimes estão sendo realizados sem orientação de um profissional capacitado, o que leva a efeitos sanfonas, e um desistímulo muito grande.

Outro fator que está inserido nesse contexto, é a falta de percepção quanto as emoções determinam esse processo. Cuidar do corpo significa olhar para o que sentimos , o que nos auxilia a buscar nossos objetivos, como também podem nos levar a sabotar os mesmos.

Podemos concluir que a busca por um peso adequado e saudável vai depender das ações e implicações, com que cada um vai ter nesse processo.

O importante é ter consciência de que temos limitações, que caímos nesse processo, mas que podemos levantar, continuar, e procurar ajuda, para esse projeto se torne efetivo.

Psicóloga Luciana Kotaka
CRP 08/06502-1
Especialista em Obesidade e Transtornos Alimentares
Curitiba – PR

16
ago 10
Arquivado em Default às 08:31 por Luciana Kotaka

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A Andreza voltou após 2 meses de ausência, matando saudades de todos na blogsfera.

Tive a oportunidade de passar dois dias com ela em um evento em São Paulo em março desse ano. Um evento fantástico que abordou vários assuntos ligados a saúde física e emocional.Veja link abaixo:

www.belezasustentavel.com.br

Foram dois dias com ótimas palestras, momentos de muita aprendizagem…

Acima, nós duas com Nuno Cobra, autor do livro – Semente da Vitória, que recomendo frequentemente para meus pacientes, pois Nuno é uma pessoa extremamente sábia, especial, por isso, não percam a oportunidade de ler esse livro.

Andreza, seja bem vinda amiga!

www.meninasdepantufa.blogspot.com

Um grande beijo a todos e uma ótima semana

Luciana Kotaka

15
ago 10
Arquivado em Default às 12:55 por Luciana Kotaka

A obesidade é, atualmente, descrita como uma doença ou causadora de doença. Infelizmente, as duas coisas são verdadeiras.

Cada vez mais pesquisas comprovam que a obesidade é a grande causadora de sérios problemas para as pessoas. Os principais e mais preocupantes, são: a pressão alta, diabetes, doenças do coração e infarto.

Além de efeitos físicos, o sofrimento emocional é também uma das partes mais dolorosas desse processo, principalmente pela importância que a sociedade impõe atualmente sobre a beleza do corpo: e um corpo magro!

O fato é que a maioria das pessoas que sofrem com problemas de peso já passaram pela clássica situação do efeito sanfona, criando assim uma questão fatal: porque será que é tão difícil manter-se magro?
A resposta para isso vem de um fator importantíssimo: todo comportamento alimentar envolve questões físicas e emocionais, sendo estas das mais difíceis de mudar, contribuindo desta forma, com os freqüentes fracassos das dietas.

Hoje, existem métodos especializados para esse tipo de readaptação psicológico-emocional.

O programa é um tratamento personalizado para atender aos aspectos comportamentais relacionados ao sobrepeso e obesidade.

O foco principal é o lado emocional da pessoa,é o paciente que se tornará autor de seu próprio emagrecimento, aprendendo a se responsabilizar pelo processo e deixar de pensar que é a gordura que se apropria dele, sem que ele possa fazer nada.

Com isso, a idéia é que a pessoa crie um comportamento magro, em que ela não se utilize da comida para compensar sentimentos – como o cansaço, estresse, solidão, raiva, entre outros – sejam eles bons ou maus.

Muitas pessoas não colocam seus sentimentos para fora e acabam engolindo tudo o que vêem pela frente, pela necessidade de sentir-se aliviada, compensada, feliz.

Partindo desse ponto, a psicologia pode contribuir para que as pessoas emagreçam, já que, nesse programa, o principal fator é o lado emocional.

Grupos

grupal

Estão abertas em Curitiba grupos de Emagrecimento e Pós Cirurgia Bariátrica.

Informações pelo telefone: 41- 3206-6717 / 9113-1212

Psicóloga Luciana Kotaka – CRP – 08/06502-1

13
ago 10
Arquivado em Default às 09:56 por Luciana Kotaka

mitos zoom

Então você resolveu perder peso? Em alguma fase da vida todos tentamos isso. Mas com tantas dietas aqui e ali, pílulas, conselhos e informações difusas, como fazer dieta sem perder a cabeça? Bom, alguns pontos para começar.

Outra coisa: defina o quanto de peso quer perder. E como são seus hábitos alimentares? Será preciso mudá-los, você sabe disso?

Tendo algumas informações básicas como essas já é possível montar um programa que seja o ideal para suas necessidades.

Se você não faz exercícios, hora de começar a fazer. Mas nada radical: é possível começar aos poucos e ir aumentando com o tempo. E não tente nada restritivo. Apenas melhore a qualidade dos seus alimentos, coma mais vezes ao dia e não exagere.

2. Pequenos passos em direção a um grande objetivo.

Faça pequenas mudanças na sua rotina alimentar diária. Menos comidas industrializadas, leite desnatado em vez do convencional, pão integral, tudo isso vai se somando ao longo da semana e pode ajudar a diminuir seu consumo calórico.

Comece a andar alguns quilômetros, experimente um pouco de ioga ou então andar de bicicleta com mais frequência. Aos poucos, pequenos hábitos se somam e fazem uma grande diferença.

3. Água, sempre.

A água ajuda seu organismo a se hidratar, melhora seu trato intestinal e muitas vezes aplaca a “fome falsa” (aquela que não é nada mais do que sede e que pode confundir os sinais no seu cérebro).

Quer mudar um pouquinho? Adicione sumo de limão ou então laranja. Evite refrigerantes e sucos industrializados (mas é possível diluí-los em gelo ou água, caso você queira muito um).

4. Olhe os rótulos: calorias e gorduras totais precisam ser identificadas e fazer parte de seu foco na hora da compra.

Entre dois produtos similares, dê um ponto de desempate baseado nos rótulos. Excesso de sódio (sal) também precisa ser evitado.

5. Não estresse se saiu um pouquinho da dieta. Acontece.

Não se puna por pequenos deslizes, mas não faça disso uma desculpa para comer a promoção tamanho gigante na lanchonete fast-food no caminho de volta do trabalho.

6. Não espere resultados imediatos.

Se você quer um corpo saudável, pense em longo prazo. Não é só para emagrecer que se faz dieta: é para melhorar a saúde também. Um hábito constante é um bom hábito, quando o assunto é comer melhor e fazer atividades físicas.

7. Evite remédios para emagrecer.

Nenhuma farmacêutica faz mágica. Todo medicamento tem seus efeitos colaterais, que podem ser mudança de humor, ansiedade, ou mesmo dores de cabeça. Prefira um caminho mais longo, porém mais justo com o seu corpo.

8. Pílulas? No máximo multivitamínicos.

Não que todos devam tomar indiscriminadamente, mas eventualmente os multivitamínicos podem ajudar você a compensar alguma deficiência. A notícia ruim é que se você tem alguma deficiência de vitaminas é porque sua alimentação pode estar errada em algum ponto. As vitaminas artificiais podem ser usadas para complementar essa deficiência por algum tempo, mas não para sempre.

Multivitamínicos, aliás, podem até fazer mal à saúde. Ouso de betacaroteno por fumantes, por exemplo, pode aumentar o risco de incidência de câncer de pulmão. Outro estudo, mais recente, da Universidade de Washington, faz afirmações similares: o consumo de complementos de vitaminas C e E, ou mesmo do folato – também chamado ácido fólico, usado por pessoas com anemia e por aquelas que acham que estão se protegendo da anemia – também não diminuía em nada os riscos de desenvolvimento do câncer ou melhorava a saúde de forma sensível. Leia mais sobre o assunto AQUI.

9. Não se pese com frequência.

Primeiro porque as balanças podem variar nos ajustes, e isso vai fazer você engordar ou emagrecer em alguns minutos. Se você está indo à academia, os músculos também farão você pesar mais, e consultando uma balança regularmente pode dar a falsa sensação de fracasso.

O melhor juiz em uma hora dessas são suas roupas e seu bem-estar. Você está feliz com o seu corpo, ótimo. Não deixe nenhuma balança mudar isso.

10. Siga conselhos de forma homeopática.

Se você ouvir tudo o que dizem ou tentar fazer todas as mudanças que as pessoas lhe indicam, isso pode sobrecarregar seu senso de direção. Se toda informação é importante, então nenhuma é importante. Foque no que está dando certo e se é para pedir conselhos, faça isso a um profissional de nutrição ou educação física.

-http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2010/08/12/perdendo-peso-sem-perder-a-cabeca/

da Redação