São alimentos que além de fornecerem energia e nutrição ao organismo, produzem efeitos que levam a vários benefícios à saúde, auxiliando na prevenção e redução de diversas doenças.
Confira abaixo a lista dos Alimentos Funcionais e usufrua de todos os benefícios!
Alho – tem ação antioxidante, antibacteriana, antifúngica, além de auxiliar na redução dos níveis de colesterol. Para manutenção de suas funções benéficas deve ser aquecido pelo menor tempo possível, devendo ser adicionado ao final das preparações e sempre após ser amassado ou triturado.
Gengibre – além de sua ação antioxidante, o gengibre também age como componente antiinflamatório. Também recomendado para gestantes, que apresenta a náusea como sintoma no início da gravidez.
Agrião – tem ação antiinflamatória e efeitos benéficos sobre o trato respiratório, auxiliando como descongestionante e expectorante.
Alcachofra – além de ser rica em inulina, a alcachofra tem nutrientes importantes para o funcionamento do fígado.
Romã – fruta rica em compostos bioativos que agem diminuindo o risco de câncer, como antioxidantes e na redução dos níveis de colesterol.
Própolis – dentre diversas ações, merecem destaque: ação imunomoduladora e antioxidante e, também, promove o equilíbrio da microbiota intestinal.
Geléia Real – alimento de alta qualidade nutricional, contém carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas e compostos bioativos, sendo importante como antiinflamatório e na redução dos níveis de colesterol. É importante que o produto seja congelado logo após a coleta e seja mantido sob refrigeração durante seu consumo, para preservação de suas propriedades benéficas.
Nozes: é rica em nutrientes que protegem o organismo contra as doenças cardiovasculares e radicais livres.
Peixes: (salmão, sardinha, arenque, cavala): são ricos em ácidos graxos essenciais, ômega-3 (W3), que reduzem o mau colesterol (LDL) e aumentam o bom colesterol (HDL), prevenindo as doenças cardiovasculares.
Alimentos integrais: são ricos em fibras que ajudam no funcionamento do intestino prevenindo assim o câncer de cólon e as hemorróidas.
Linhaça: contém W6 e lignana que ajudam no controle da constipação intestinal. Deve ser usada todos os dias (1 a 2 colheres de sopa) e é importante triturá-la bem próximo da hora de usar.
Uva e suco de uva: possuem flavonóides e resveratrol (também encontrado no vinho tinto) que são substâncias anticancerígenas, anticoagulante e ajudam também no controle do colesterol prevenindo assim doenças futuras no coração.
Azeite de oliva: é rico em ômega-9 (W9) e compostos fenólicos, que auxiliam na redução do LDL colesterol.
Açaí: possui antocianina, antioxidante, que ajuda na melhora da circulação sanguínea, afasta a ameaça do câncer, além de reduzir os efeitos do Mal de Alzheimer.
Maçã: auxilia no processo digestivo, atua como antioxidante tornando o sistema imunológico mais jovem e ajuda a evitar a formação de células cancerígenas.
Soja: ajuda a regular os hormônios sexuais.
Desejo saúde a todos!
Kilza Miranda -Nutricionista
www.livredaobesidade.blogspot.com

10 comentáriosNão há nada que me deixe mais frustrada do que pedir sorvete de sobremesa, contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido.
Uma só.
Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.
Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.
O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade.
A gente sai prá jantar, mas come pouco.
Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.
Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de ‘fácil’)
Adora tomar um banho demorado, mas se contém prá não desperdiçar os recursos do planeta.
Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo..
Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar.
E por aí vai..
Tantos deveres, tanta preocupação em ‘acertar’, tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação…
Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão…
Às vezes dá vontade de fazer tudo ‘errado’.
Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.
Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito.
Recusar prazeres incompletos e meias porções.
Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim:
‘Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora’…
Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.
Um dia a gente cria juízo.
Um dia.
Não tem que ser agora.
Por isso, garçom, por favor, me traga: cinco bolas de sorvete de chocolate, um sofá prá eu ver 10 episódios do ‘Law and Order’, uma caixa de trufas bem macias e o Richard Gere, nu, embrulhado prá presente.
OK?
Não necessariamente nessa ordem.
Depois a gente vê como é que faz prá consertar o estrago.

25/02/2010 – 19h07
Por Laura Beil, de Houston
The New York Times
Uma pergunta cruel transformou Brittany Caesar em uma pioneira da medicina: “Por que você come tanto? Não é normal.”
Naquele momento, ela estava na cantina da escola fundamental de Campbell, nos Estados Unidos, preparando-se para o almoço de costume: dois cheesebúrgueres, duas porções de fritas e uma Coca-Cola. Ela sabia que estava pesando demais. Toda sua família pesava demais, mas seu mundo girava em torno da comida e ela era incapaz de imaginar outro tipo de existência.
“Minha melhor amiga era a comida, ela estava sempre ao meu lado”, confessa. Porém, em 2003, a provocação de um colega conseguiu magoá-la de maneira mais profunda que as costumeiras piadas sobre sua obesidade. Ela correu para o banheiro aos prantos, com o firme desejo de emagrecer. Sua salvação demorou mais de um ano para chegar, mas aos 14 anos os médicos do Hospital Infantil do Texas decidiram realizar uma cirurgia bariátrica (mais conhecida como cirurgia de redução do estômago), deixando seu estômago do tamanho de um ovo. No dia da cirurgia, ela pesava 183 quilos.
* Cortesia Parque Nacional de Everglades
Brittany Caesar aos 14 anos, antes da cirurgia bariátrica…
*

…e quatro anos depois, 103 kg mais magra
Hoje, Brittany Caesar está com 20 anos e pesa 80 quilos. Ela foi a primeira adolescente a passar por uma cirurgia bariátrica no Hospital Infantil do Texas, sendo desde então seguida por vários outros. Atualmente, o hospital conta com um dos departamentos mais concorridos de cirurgia bariátrica para adolescentes nos Estados Unidos, realizando de uma a duas cirurgias por mês. Muito embora este procedimento ainda esteja em fase experimental para jovens e crianças, ele vem se transformando em uma frente de batalha contra a obesidade infantil.
“Sinceramente, acredito que daqui a 5 ou 10 anos veremos o mesmo número de crianças passando por procedimentos para perder peso quanto adultos”, afirma o Dr. Evan Nadler, diretor adjunto do Instituto para a Obesidade do Centro Médico Infantil de Washington.
Porém, muitos médicos ponderam que as pesquisas ainda precisam estabelecer se esses benefícios imediatos adquiridos com a cirurgia justificam a alteração do sistema digestivo de uma criança, o que geralmente ocorre para toda a vida.
“É impossível saber qual será o resultado”, explica o Dr. Edward Livingston, diretor do departamento de cirurgia endócrina e gastrintestinal do Southwestern Medical Center da Universidade do Texas, em Dallas. “Fala-se do benefício adquirido com a prevenção de uma doença crônica que os jovens possam sofrer mais tarde. No entanto, alguns deles voltarão a ganhar peso e alguns sofrerão complicações no longo prazo, mas só descobriremos isso mais tarde.”
Não se sabe exatamente quantos adolescentes têm recorrido às cirurgias de emagrecimento. Um estudo publicado em 2007 relata que a cirurgia bariátrica em adolescentes é relativamente rara, porém vêm crescendo rapidamente: de 2000 a 2003 (último ano de análise), o número de operações triplicou, alcançando a marca de 800.
Não há motivo para pensar que esta trajetória tenha mudado. Para citar um exemplo, no mês passado, o setor bariátrico do Rose Medical Center, em Denver, lançou um programa para adolescentes.
O fabricante do Sistema Lap-Band – uma banda gástrica ajustável que serve como alternativa para o desvio gástrico – aguarda a aprovação da FDA (Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos) para uso pediátrico. A licença irá permitir que o dispositivo seja comercializado para o uso em adolescentes e facilitará o reembolso das despesas médicas.
Na forma de um minúsculo tubo interno que envolve um balão, o Lap-Band pressiona a parte superior do estômago, restringindo a quantidade de alimento a ser ingerida. O desvio gástrico (by-pass) também reduz a capacidade do estômago e desvia o alimento na primeira parte do intestino delgado, para que sua absorção seja reduzida.
Pesquisas
Nos últimos quatro meses, surgiram as pesquisas científicas mais abrangentes sobre esses métodos empregados em jovens e crianças, sendo que apenas algumas delas acompanharam os pacientes por mais de dois anos após as cirurgias. Esses dados oferecem motivos de estímulo e também de precaução, pois durante o primeiro ano os jovens tendem a perder muito peso. Porém, assim como ocorre com os adultos, essa perda pode desacelerar com o passar do tempo e o índice de massa corporal do segundo ano normalmente se nivela acima do normal.
Um estudo recente foi publicado na revista científica da Associação Médica Americana (AMA). Pesquisadores australianos acompanharam 50 adolescentes, sendo que a metade deles frequentou um programa intensivo de mudança de estilo de vida, enquanto que a outra metade passou por uma cirurgia bariátrica de banda gástrica. Após dois anos, o grupo que passou pela cirurgia havia perdido mais peso: de um total de 25, 21 jovens perderam mais da metade do sobrepeso. Entre os que não passaram pela cirurgia, a taxa de perda de sobrepeso foi de 3 em 25.
Há outras descobertas recentes que apresentam resultados semelhantes, embora tais estudos não incluam grupos de comparação. Em novembro, uma equipe de pesquisadores do Hospital Infantil de Cincinnati mostrou os resultados do mais amplo estudo contínuo sobre cirurgias de banda gástrica em adolescentes, um ensaio clínico patrocinado pelo governo americano em diversos locais, inclusive em Houston.
Entre os 83 pacientes acompanhados por aproximadamente dois anos, o índice médio de massa corporal diminuiu de 60 para 40, seis meses após a cirurgia (para obter um IMC de 40, um jovem de 14 anos, com 1,65 m de altura, deve pesar cerca de 106 quilos). Após dois anos, a média ainda permanecia próxima de 40.
“Eles atingem um patamar que ainda é mais alto do que o normal, porém abaixo da zona de perigo”, relata o Dr. Thomas H. Inge, diretor do programa de cirurgia para perda de peso do hospital. As crianças obesas podem sofrer de vários problemas que são mais conhecidos em adultos: resistência à insulina, pressão alta, gordura no fígado, espessamento do lado esquerdo do coração, além de depressão.
Até o momento, as pesquisas revelam que o corpo volta a ser reparado durante a perda de peso. Por exemplo: dois anos após a cirurgia de banda gástrica, o lado esquerdo do coração começa a voltar ao normal na maioria dos adolescentes, segundo os cardiologistas do hospital de Cincinnati. Uma pesquisa também demonstrou que durante o período em que os jovens receberam acompanhamento, o procedimento pareceu seguro e entre 85 a 90 por cento dos adolescentes mantiveram sua perda de peso inicial, afirma o Dr. Inge.
Entretanto, alguns médicos, como o Dr. Livingston, acreditam que os defensores da cirurgia estão tirando conclusões apressadas. Ninguém pode dizer se, com o passar do tempo, as mudanças serão convertidas em benefícios à saúde. O Dr. Livingston observa que um terço dos jovens da pesquisa de banda gástrica na Austrália precisou voltar à mesa de operações devido a problemas com o dispositivo – e que mesmo os jovens do grupo que não passaram pela cirurgia apresentaram uma melhora considerável na pressão sanguínea e na resistência à insulina, entre outros fatores. Independente da cirurgia, disse ele, “os dois grupos apresentaram melhoras.”
Procedimentos
Os cirurgiões também não chegaram a um acordo sobre qual dos procedimentos mais utilizados – banda ou desvio gástrico – é o mais apropriado para os pacientes jovens. O Dr. Nadler, do hospital Children’s National Medical Center, prefere a banda gástrica ajustável, por ser menos radical e pela facilidade de reversão, quando necessária. Em novembro, ele publicou um estudo na revista da American College of Surgeons com 41 adolescentes, que receberam a banda gástrica e foram acompanhados por dois anos. Em média, o sobrepeso caiu pela metade e outros fatores de saúde também mostraram uma evolução positiva.
No entanto, outros médicos não admitem tanta certeza. A banda é um dispositivo artificial que pode ser implantado para a vida inteira. Por esta razão, ela apresenta o risco de formação de cicatrizes e mau funcionamento, afirma a Dra. Mary L. Brandt, cirurgiã pediátrica responsável pelo programa em Houston. “Não é possível oferecer uma garantia de 70 anos”, afirma ela.
Seja qual for o método, os pesquisadores temem que a popularização das cirurgias de perda de peso entre jovens faça com que os médicos operem pacientes que não necessitem de cirurgia – tentados por um mercado lucrativo ou motivados pelo sincero desejo de ajudar.
O Dr. Nadler diz que estas preocupações se referem em especial às bandas gástricas, que aparentemente são mais benignas. Caso recebam a aprovação da FDA, alguns médicos “podem começar a implantá-las em quem não precisaria delas, pois não há o devido aconselhamento”, avisa ele. “Você verá os cirurgiões que operam adultos fazendo o mesmo com jovens de 16 ou 17 anos, pois o procedimento em si é o mesmo.”
Mas os pacientes são diferentes. Eles ainda não têm maturidade física ou emocional. Para a maior parte das pesquisas científicas, as equipes cirúrgicas exigem que os menores recebam aconselhamento durante vários meses, para que compreendam que seus sistemas digestivos, bem como suas dietas, serão alterados – para sempre.
Brittany Caesar precisou esperar um ano até que a equipe médica permitisse uma cirurgia bariátrica. Já a Dra. Brandt estima que seu hospital tenha recusado 9 de cada 10 pedidos de cirurgia em adolescentes obesos, devido a dúvidas em relação à sua capacidade de seguir o tratamento. “Se não seguir as regras de pós-operatório, você pode morrer”, afirma ela.
O que preocupa a Dra. Brandt é que mesmo se sua equipe recusar, outras aceitarão, especialmente porque os pais têm solicitado cada vez mais esta cirurgia para seus filhos. No mês passado, uma mãe telefonou para seu consultório e solicitou uma banda gástrica para sua filha de 8 anos.
Pedidos como este deixam a Dra. Brandt insegura em relação ao futuro. Ela diz que certas vezes sente repulsa em realizar cirurgias bariátricas, quando observa tantas crianças sendo criadas à base de alimentos ricos em calorias e pouco nutritivos. “Essas crianças estão morrendo”, diz ela. “Nós criamos algo em nossa sociedade que precisa ser desfeito.”
Ela olha para Brittany Caesar – que sonha em se tornar enfermeira – e afirma que o desvio gástrico é um dos procedimentos mais gratificantes de se realizar.
Já Brittany adora seu corpo mais esguio e prevê uma história diferente para a família que pretende construir um dia. “Eles servem batata rosti para as crianças como se fosse salada”, diz ela, balançando a cabeça. “Não deixarei que meus filhos passem por isso”.
© 2010 New York Times News Service
Tradutor:
Claudia Lindenmeyer

Comer rápido e engolir pedaços grandes de alimentos pode prejudicar a
saúde e causar problemas digestivos
É comum encontrar pessoas preocupadas em se alimentar de maneira correta e saudável. Por outro lado, são raras as pessoas que se preocupam com a mastigação dos alimentos consumidos. Especialistas no assunto afirmam que a mastigação é uma das fases mais importantes da alimentação, afinal o processo de digestão dos alimentos tem início na boca com a ajuda de substâncias encontradas na saliva.
Pessoas que comem rápido e não mastigam direito, engolem pedaços grandes de comida e tornam a digestão prejudicada, causando azia, má digestão e sono. De acordo com Gisele Gomes, nutricionista do programa Viva Melhor da Risa Refeições Empresariais, comer rápido pode fazer mal à saúde e independente do alimento consumido é sempre importante mastigar bem. “Quando as pessoas têm pressa sempre acabam comendo mais e conseqüentemente ganham mais peso”, comenta
Isso se explica, pois a boa mastigação estimula o centro da saciedade, uma espécie de controle que temos ao nível do cérebro que controla a ingestão de alimentos. O cérebro demora cerca de 15 minutos para entender que estamos satisfeitos. Só depois disso que ele envia substâncias para recusar a comida”. Muitas pessoas comem muito e mesmo assim continuam sentindo fome”, explica a nutricionista.
Mas, além de triturar corretamente os alimentos e controlar a quantidade de alimentos ingeridos, para garantir uma alimentação e digestão saudável, o hábito correto de mastigação também é considerado uma fonte de prazer, pois o sabor de cada refeição é melhor percebido.
Por isso, a dica de especialistas é ficar ainda mais atento à mastigação. Comer devagar, mastigar com calma e sentir o sabor dos alimentos são algumas dicas para se alimentar de maneira saudável e correta. “Quando fazemos visitas aos restaurantes das empresas clientes ou quando participamos de uma feira, sempre explicamos a importância de mastigar corretamente. Além de saber o que é saudável consumir é muito importante saber comer”, finaliza Gisele.
AW Comunicação: (041) 3082.8882 / www.adrianewerner.com.br


Para muitas pessoas o fim de semana representa deixar todo empreendimento realizado durante a semana de lado. Para isso se ouve muitas justificativas, nas quais se apóiam como se fosse provas reais de que não podem ou conseguem se cuidarem.
Mas o que acontece que a motivação se evapora e a comida se torna novamente a única fonte de prazer nesses dias?
Simples, pois se convencionou que fim de semana é o momento de relaxar, curtir os amigos, ira ao cinema e comprar pipoca com coca cola, pedir pizza,sobremesa, e uma bela feijoada.
Que falta de comprometimento com você! Parece que seu desejo de ficar bem e saudável não é prioridade em sua vida, mas comer uma pizza com bordas de catupiry, esse sim é imprescindível.
Importante reavaliar conceitos a respeito de uma boa alimentação, mas principalmente rever hábitos já instalados que não são efetivos para sua perda de peso.
Recentemente, fui a um local que vende lanches bem badalado em Curitiba, e dentro do cardápio gorduroso e saboroso (sem dúvida), escolhi um cachorro quente de rúcula e tomate, onde pedi a troca do queijo parmesão com o queijo de minas. Estranho? Uma delícia!
É importante ousar, experimentar novos sabores, nos permitir novas experiências,pois somente desta forma, poderemos ser diferentes e mudar hábitos e gostos.
Vale a dica já para esse fim de semana, e boa sorte!
Um beijo
Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica
Especialista em Obesidade e Transtornos Alimentares















