Em 2010 quero e desejo um mundo mais harmonioso, muita paz, tolerância e principalmente, um ano de maior iniciativa a caridade. Se todos nos movermos em função dos nossos irmãos, construímos um mundo mais feliz!
Um beijo carinhoso
Luciana

7 comentáriosVocê também se sente cercado do medo?
Percebo que vivemos com vários medos, nos impedindo vivermos com tranqüilidade. Não aproveitamos nossos momentos, relaxar impossível, estivamos o tempo todo na defensiva.
Essa situação é real, afinal somos vítimas de terrorismo, de assaltos, de doenças que matam em poucos dias. Estamos desprotegidos.
Muitas vezes o medo é tão grande, que preferimos nos isolar do mundo, nos afastando das pessoas, procurando refúgio dentro de si mesma e em casa.
Nessa busca por proteção, nos desprotegemos, nos colocamos como vulneráveis, não enfrentamos nossos medos e inseguranças. Sim , porque esse comportamento não é assertivo, e não te dá instrumentos para lidar com suas dificuldades.
O medo pode ser de tanto da perda quanto da conquista . Vencer, de emagrecer, conquistar novo cargo, viver, ser feliz. Parece muito louco, mas avalie : como lidará com o se exposição, com a competição, com as investidas?
Nos propomos a mudar, mas não ousamos tentar algo inédito em nossa vida, ou mesmo, quando aparece o primeiro obstáculo, jogamos tudo para o alto e nos damos por derrotados,por nós mesmos, e nem tentamos outras alternativas.
Mas estamos aqui e precisamos seguir em frente, desenvolver atividades como trabalhar, estudar, passear, sendo preciso ter a coragem de confiar.
Ter um comunicação com nosso Pai superior, acreditar que podemos e temos proteção é imprescindível para conquistarmos alegria, paz e tranquilidade.
Todos temos uma fortaleza dentro de si, mas precisas procurar e se permitir a experimentar, pois somente desta forma poderá reconhecer, o quanto tem condições de ser feliz.
Um abraço
Luciana Kotaka

Por Natalia do Vale Publicado em 27/1/2010
Impulso dá prazer, mas pode desencadear doenças graves como obesidade e bulimia
Ela é fato tão presente na vida das pessoas que até foi incluída na lista dos 7 Pecados Capitais, ganhou dia de comemoração ( todos os dias 26 de janeiro) e não há quem não tenha resistido ou capitulado a ela ao menos uma vez: a gula.
Se exceder na quantidade de comida e de bebida pode provocar um prazer enorme, mas, por outro lado, traz consequências não tão agradáveis à saúde e bem- estar do nosso corpo, como o sobrepeso e até a obesidade.
Mas por que será que é tão difícil dizer não às tentações gastronômicas da geladeira, das padarias, restaurantes, supermercados e das ruas?
“Quando comemos, nosso cérebro recebe uma carga de dopamina, hormônio responsável pelo prazer. Ao olhar o alimento, ficamos com vontade de degustá-lo, porque nosso cérebro lembra-se do prazer que sentimos quando esta comida é consumida e aparece a vontade de comer determinado prato?, explica a nutróloga Paula Cabral, da Clínica Hagla, no Rio de Janeiro.
“O problema é quando este prazer que é benéfico para a saúde, age de forma descompensada no organismo e necessitamos de mais comida para que a produção de dopamina seja estimulada, daí comermos para satisfazer a gula e não a fome “, continua.
Os dois lados da gula
A gula é considerada um distúrbio alimentar, que se caracteriza pelo uso da comida como compensação por algo que não está indo bem em outras áreas da vida.
De origem emocional, ela desencadeada, principalmente por decepções. “É como se a pessoa descontasse a sua frustração nos alimentos”, explica a nutróloga.
“Quando passamos a comer por impulso, ou seja, muito mais do que precisamos, as taxas de insulina em nosso organismo aumentam e nosso corpo se acostuma a ingerir sempre a mesma quantidade de alimentos, daí o aumento de peso”, Paula.
Mas nem sempre ela deve ser vista como vilã. A gula é positiva quando funciona como uma reação natural do organismo diante da vontade de comer um determinado alimento e não interfere na saúde.
Quando é assim, a gula se apresenta de forma isolada e esporadicamente. “É muito bom quando ela está ligada a nossa vontade de comer um doce ou o almoço de domingo. Matamos a vontade de saborear as receitas, sentimos bem-estar e prazer e não prejudicamos nossa saúde física e mental”, explica.
Quando comemos, nosso cérebro recebe uma carga de dopamina, hormônio responsável pelo prazer
O lado negro da comilança é que ela pode se transformar facilmente em um transtorno e provocar doenças, alterando o funcionamento físico e mental de nosso organismo. Só que muitas vezes a pessoa demora a se dar conta que a gula está fazendo mal.
“Normalmente, a consciência vem quando o peso já está bem acima do normal”, diz Paula. Alguns de seus efeitos mais graves são:
-Obesidade: é o efeito mais comum da gula, já que a pessoa que come por impulso, em geral, não percebe de imediato que está com um distúrbio. “Como os níveis de insulina sobem e o organismo se acostuma com aquela nova quantidade de alimentos que a pessoa passa a ingerir por compulsão, o ganho de peso é inevitável”, diz Paula.
- Provocar mais frustração e tristeza na medida em que a pessoa percebe que não está conseguindo resolver sua dor emocional através da comida.
“A paciente não consegue aliviar a dor ao comer muito e fica ainda mais deprimida, porque sabe que está exagerando na dose e vai engordar. O resultado desta situação é um problema duplo: a insatisfação com a vida emocional e com o próprio corpo”, explica Paula.
-Anorexia e bulimia: a gula pode ser responsável por desencadear os dois problemas, já que em ambos os casos o paciente passa a estabelecer uma relação deturpada com os alimentos em função de aspectos emocionais. “A anorexia e a bulimia podem se manifestar quando a pessoa engorda demais em razão desta gulodice e para de comer ou rejeita os alimentos numa tentativa de perder peso”.
Controlando a gula
A nutróloga Paula Cabral explica que o tratamento para a gula deve ser interdisciplinar e envolver nutricionistas e psicólogos para que causas e efeitos sejam controlados: “Não adianta fazer um tratamento alimentar com uma dieta equilibrada, se a paciente não resolveu seus traumas emocionais. Para que o problema seja resolvido, deve haver um equilíbrio entre corpo e mente”, explica Paula Cabral.
Fique de olho nas dicas da especialista:
1.Reeduque seu cérebro, para trabalhar a compulsão pela comida. Antes de descontar as suas frustrações na comida, procure repensar suas atitudes e tente achar a origem do problema, assim, verá que comer demais não é a solução.
2. Coma devagar e apenas quando tem vontade de comer.
3. Não se prive de comer. “Às vezes trocamos o sorvete pela cenoura só para dizer que controlamos nosso impulso, mas depois de alguns minutos, tomamos o sorvete também. O segredo não está na restrição alimentar e sim na quantidade de alimentos que ingerimos”, explica.
Vitamina A contra gula
Os últimos estudos envolvendo vitamina A têm tudo para mudar completamente o conceito de quem acha que, no máximo, ela é boa para a saúde dos olhos.
É que a vitamina A acaba de ser apontada como a mais nova aliada contra a obesidade. Estudos recentes realizados pela Universidade Federal do Rio de Janeiro apontam a relação deste nutriente com a leptina, o chamado hormônio da saciedade.
“A vitamina A pode ser encontrada em vegetais e frutas de tons alaranjados, como o mamão, laranja, abóbora e cenoura”, explica a nutricionista chefe do MinhaVida, Roberta Stella. Segundo as pesquisas, a falta da vitamina A diminui a produção de leptina, causando ataques de gula.
Por outro lado, quando os níveis de vitamina A estão abaixo da necessidade do organismo, as células de gordura (adipócitos) se multiplicam com maior facilidade.
E o que é pior: elas não só aumentam de quantidade, mas também de tamanho, provocando aumento de gordura localizada no corpo.

Ninguém é perfeito, é sério! Até mesmo as modelos mais tops do mundo devem ter algo que gostariam de mudar no visual. Temos que saber evidenciar os nossos pontos positivos e lidar com os que nos incomodam.
Qualquer mulher fica mais bonita quando está com a auto-estima elevada e, acredite se quiser, mas muitas vezes uma mudança no visual pode incentivar o início de mudanças mais profundas.
Darei um exemplo de como aproveitar o que tem de bom e saber lidar com o que te incomoda. Lembre-se que a idéia é sempre promover o equilíbrio visual, criar uma proporção.
Exemplo:
Você tem quadril estreito, suas pernas são finas, tem um volume maior no abdômen, cintura pouco marcada e tem muito busto e costas largas. Ou seja, você precisa criar um volume nas pernas e quadril, e/ou, afinar o busto e a cintura.
EVITAR
Blusas de cores claras e decotes redondos.
Calças de corte reto ou skinny de cor muito escura, elas afinam ainda mais as suas pernas.
USAR
Busque os decotes em V e as peças com marcação de costura na região da cintura, elas ajudam a criar a ilusão de cintura.
Calças de boca aberta, bolsos traseiros e pequenos (de preferência posicionados não muito distantes do cós da calça, para empinar e aumentar o glúteo).
Usar a roupa certa fará você obter resultados incríveis na composição do seu look.
Dicas infalíveis:
1- Cores escuras, listras verticais e estampas miúdas afinam;
2- Cores claras, listras horizontais e estampas grandes e largas criam volume;
3- Decote em V alonga;
4- Decote redondo pode achatar;
5- Scarpins alongam e se forem da mesma cor da calça, o efeito fica ainda maior;
Nem sempre o que fica bom em uma pessoa veste bem na outra e vice-versa. Tenha o seu estilo próprio, evidencie os seus pontos fortes, aprenda a lidar com o que te incomoda e arrase!!!
Envie suas perguntas e sugestões de matérias para personalstylist@tatianavianna.com.br
Tatiana Vianna
Casos vocês tenham alguma dúvida ou sugestão de matéria, enviem para personalstylist@tatianavianna.com.br , as respostas serão publicadas nas minhas matérias.
Acompanhem as minhas matérias nos blogs http://meninasdepantufa.blogspot.com/ e http://www.bazarpop.com.br. E, também, no meu twitter @tatianavianna
Beijos,
Tati
Redatora de Moda
(11) 9614-1013
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Membro da AICI (Association of Image Consultants International)

A Justiça Federal de Goiás proibiu ontem (27), em caráter liminar, a realização da cirurgia de redução de estômago que promete curar o diabetes até que o médico Áureo Ludovico de Paula submeta o procedimento –considerado experimental– ao Conselho Federal de Medicina e ao Conep (Comitê Nacional de Ética em Pesquisa).
Em caso de descumprimento, Ludovico será multado em R$ 100 mil por cada cirurgia realizada em desacordo com a decisão. A técnica, conhecida como interposição de íleo, foi desenvolvida pelo cirurgião goiano e realizada no apresentador Fausto Silva. Mais de 450 pacientes já se submeteram ao procedimento. Cabe recurso.
Enquanto aguarda a aprovação do Conep e do CFM, Ludovico só poderá realizar o procedimento em casos comprovados de urgência (como risco de morte). Essa decisão caberá a uma câmara formada por três médicos no Conselho Regional de Medicina de Goiás por determinação do juiz Urbano Leal Berquó Neto.
A decisão atende parcialmente a uma ação do Ministério Público Federal contra o médico. O procedimento não tem aprovação do Conep e não é reconhecido nem pelo CFM nem pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica.
A diferença dessa técnica para a cirurgia convencional está na recolocação do íleo (fim do intestino delgado) entre o duodeno e o jejuno. Ao entrar em contato com o alimento, o íleo começa a produzir GLP1 (hormônio que estimula a produção de insulina). Nos diabéticos tipo 2, a insulina está reduzida no organismo e o íleo produz pouco GLP1 porque a maior parte do alimento já foi absorvida.
Com o reposicionamento de parte do intestino, o alimento entra em contato mais rápido com o íleo, o que pode aumentar a produção do GLP1.
Thomaz Szegö, presidente da SBCBM, diz que ainda não há evidências que comprovem a eficácia da técnica. “A sociedade segue a lei, e a lei diz que não se pode inventar uma técnica no consultório e começar a usar nos pacientes. Não se autoriza uma técnica com pacientes operados em série, por um cirurgião que vai realizando uma operação atrás do outra.”
Procurado pela reportagem, Ludovico disse que ainda não tinha sido notificado da decisão. Questionado sobre o pedido de autorização ao Conep, o médico disse que “essa cirurgia não é experimental, por isso não precisa de autorização.”
Colaborou JULLIANE SILVEIRA
28/01/2010 – 08h39
FERNANDA BASSETTE
da Folha de S.Paulo

















