Quem leu ou viu “O Senhor dos Anéis” pode se recordar da mania dos hobbits de comer seis refeições por dia. E não é que eles estavam certos? Os nutricionistas garantem: passar fome não emagrece ninguém, pelo menos não a longo prazo. Isso porque, quando o organismo fica muito tempo sem comida, começa a reter gordura, como um mecanismo de defesa. Para ficar com o corpo em forma, sem prejudicar a saúde, o certo é comer de três em três horas, dividindo as calorias que se pode consumir em frações. Entre as refeições principais – café da manhã, almoço e jantar -, o ideal é vigiar o relógio para ingerir nem que seja uma fruta ou um pedaço de queijo nos intervalos.
“O órgão que comanda tudo é o cérebro, e este não consegue usar a energia de algo que foi ingerido há mais de três horas”, explica a nutricionista Denise Madi Carreiro, autora de “Alimentação, Problema e Solução para Doenças Crônicas”. Quando as refeições ficam muito espaçadas, o cérebro começa a alterar funções e libera cortisol, o chamado hormônio do estresse. Aumenta, assim, a resistência à insulina e uma das conseqüências é a retenção de gordura como um mecanismo de sobrevivência.
Outro resultado do jejum prolongado é que o organismo começa a consumir proteÃnas, essenciais para equilibrar os sistemas mental e emocional. Segundo a nutricionista, esta e outras alterações do metabolismo podem causar problemas como ansiedade, insônia, gases, intestino preso, episódios repetidos de candidÃase (doença ginecológica provocada por fungo) e queda do sistema imunológico. As alterações hormonais podem incluir até a interrupção da menstruação.
Nas “dietas de fome”, a pessoa emagrece no começo porque perde lÃquido ou as proteÃnas, mas não gordura. “Se ficar sem comer resolvesse, a obesidade não seria o principal problema de saúde pública do mundo”, afirma Denise. “Para perder gordura, é preciso comer.” O contrário também é verdadeiro: aqueles que procuram seu consultório porque querem engordar conseguem atingir a meta quando se reeducam, comendo porções fracionadas de três em três horas. A diferença é que, para os que querem ficar magros, o cardápio tem obviamente menos calorias, e para quem quer engordar, é supercalórico. Mas sempre fracionado, em cinco ou seis refeições diárias.
Fabiano Caso
De São Paulo













FAZER AMOR TAMBEM AJUDA
É, tem muitos estudos a respeito, então, aproveite, é umboa fonte de prazer. Um abraço
Muita gente pensa que tem que passar fome para emagrecer…TEM é que comer mesmo!!! De forma EQUILIBRADA.
bjos amigas…to vendo tudo pelo twitter…kkk
Ótimo texto! Além dos argumentos expostos no texto. A digestão consome energia, gastam-se calorias para digerir os alimentos. Assim, se ingerirmos um alimento com muita fibra e baixas calorias, estaremos no lucro ao consumi-lo, pois a queima empatará com o ganho. Ex. laranjas, maças, cenouras.
Como de hora em hora uma coisinha, uma castanha do pará,um damasco, uma lichia, sempre belisco uma coisinha leve e natural. Assim, quando sento para almoçar, um pratinho de comida pequeno, do tamanho do prato de sobremesa, é suficiente.
Evito comer na rua ou andando, para não atacar besteiras.
Recomendo também isso: trocar o prato de tamanho “normal” por um prato do tamanho do de lanche ou de sobremesa, mas raso e de diâmetro menor.
Para 2010, desejo uma barriga sequinha, então tenho que lutar para isso, com novos hábitos e algumas estratégias. Ser magro não é sinônimo de ser saudável. Comer bem sendo magro ou gordo é o melhor caminho para a saúde.
Bjs e feliz ano novo para Lu e as leitoras deste blog!
Tá vendo só? É só saber o que se come que a gente não passa fome ^^ (uia, rimou! rs).
Beijos Lu, fique com Deus, feliz 2010!