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Arquivo de setembro, 2009

30
set 09
Arquivado em Default às 22:37 por Luciana Kotaka

CHOCOLATES-1

Estudo revela que exercício diminui desejo pelo doce

Por Minha Vida Publicado em 30/9/2009

Um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade de Exeter, na Inglaterra, sugere que fazer caminhadas podem conter a fissura pelos chocolates.Durante o estudo, foram avaliadas 25 pessoas que consumiam uma quantidade de pelo menos 100 g por dia de chocolate. Os chocólatras tiveram que renunciar ao consumo do doce e foram divididos em dois grupos, sendo que um deles faria uma caminhada diária.

Os pesquisadores perceberam que não comer o chocolate, juntamente com o estresse provocado pelo dia a dia, aumentava a vontade de consumir o doce. Mas, uma caminhada de 15 minutos em uma esteira proporciona uma redução significativa na vontade do doce. Segundo os pesquisadores, esse fenômeno pode ser resultado da sensação de bem-estar que os exercícios físicos proporcionam, muito próxima a que o chocolate libera no organismo.

Cuidado com o chocolate

Quando a tentação aparece, o melhor caminho é saber o que escolher para não prejudicar o regime. A dica da nutricionista chefe do MinhaVida, Roberta Stella, é tomar cuidado com o chocolate diet. “O chocolate diet é tão calórico quanto os tradicionais. Não caia na armadilha de escolher o diet pensando que com ele o estrago será menor”, explica a nutricionista.

28
set 09
Arquivado em Default às 04:55 por Luciana Kotaka

trocaalimentos

Quem já não sentiu na pele as tentações das comidas gordas, recheadas de gordura e sabor?

Está é uma típica situação de nosso cotidiano, onde somos invadidos por propagandas em massa dessas delícias que nos engordam.

Mas será mesmo que essas delícias são mesmo as melhores? Porque não podemos susbtituir por outras comidas saborosas e menos calóricas?

Acredito que grande parte de nossos hábitos alimentares são estabelecidos em função de crenças errôneas, pois vemos a comida saudável como sem graça, sem sabor, sem tempero,quando na verdade podemos criar combinações maravilhosas e saborosas, utilizando ingredientes e temperos dos mais diversos.

Você já tentou fazer essas mudanças? Já experimentou ser mais saudável? Pois percebo uma grande resistência em tentar mudar, como se o hábito fosse uma tatuagem que grudasse em seu corpo e não tivesse condições de tirá-la, e precisasse conviver com ela.

Alimentos gostosos são aqueles que o farão sentir-se leve após a refeição, que não dá mal estar, dor de estomâgo, refluxo, gases,dores de cabeça, fígado ruim.

Mas o mais interessante é que muitas pessoas comem sabendo que tudo  isso vai acontecer, além de engordar é claro, mas ainda assim fazem a opção de sentirem-se mal ao invés de pelo menos tentarem uma postura diferente em relação a alimentação.

O quanto pensar e se comportar de forma gorda também deixa engordurado seu corpo, seus orgãos, emperra o seu andar, subir escadas, dançar,enfim, sua qualidade de vida.

Comer alimentos ricos em gordura é realmente um prazer? Ou será que o que vem buscando para si é uma vida de constante desprazer?

Fica aí uma questão!

Luciana Kotaka

Psicóloga Clínica – Curitiba

25
set 09
Arquivado em Default às 21:47 por Luciana Kotaka

espelho

Quando estamos em busca de um corpo magro, nos deparamos com diversas situações desafiantes a serem enfrentadas.

No início a busca pela perda de peso parece ser o único motivo da procura de um processo de terapia, porém a surpresa se mostra presente nos rostos dos pacientes quando se dão conta do quanto a obesidade é somente a ponta do iceberg, e que submerso tem uma série de questões importantes que precisam ser trabalhadas.

Precisamos pensar em como vão as diversas áreas de nossas vidas, se está feliz no trabalho, sente-se valorizada, ou mesmo no casamento, tem diálogo com seu parceiro?

Outra questão bem presente é aquela pessoa que vive dando conta de tudo! Precisa acudir a tia que está doente,a amiga que está mudando de casa, se colocando a disposição de todos e de tudo, porém quando questionados quanto ao tempo que dispõe para fazer uma academia, uma simples caminhada, se depara com a impossibilidade de se dar esse tempo, ou esse cuidado.

Como é que pode ser possível ser feliz e ficar satisfeita desta forma? Porque se coloca em um lugar de não desejante, de não merecedora ?

Importante questionar essas questões antes de resolver perder peso, pois muitas vezes simples remanejamentos em sua vida aliviaria esse peso que carrega, permitindo aumentar sua auto estima e respeito por si mesma!

Luciana Kotaka

Psicóloga Clínica

25
set 09
Arquivado em Default às 11:33 por Luciana Kotaka

Selinho_blog ´e sonho

Ganhei esse selinho e adorei!!!

Beijos grandes

Luciana Kotaka

24
set 09
Arquivado em Default às 09:36 por Luciana Kotaka

doce

A revista Veja desta semana traz como matéria de capa reportagem sobre os males do açúcar. Leia aqui alguns trechos:

“O açúcar começa a ser considerado um vilão da saúde humana, um veneno tão prejudicial que merece ser tratado com o mesmo rigor empregado contra – suprema decadência! – o tabaco. Está mais perto o dia em que um pacote de açúcar trará a inscrição: ‘O Ministério da Saúde adverte: este produto é prejudicial à saúde.’

O açúcar, em suas várias formas, é o grande promotor da obesidade, mas seus níveis altos no sangue podem ser associados a quase todas as moléstias degenerativas, do ataque cardíaco ao derrame cerebral e ao diabetes. Existem suspeitas científicas sérias de que o açúcar possa até ser uma das causas de alguns tipos de câncer.

Na lista, está o câncer de pâncreas, o mesmo que matou o ator Patrick Swayze aos 57 anos na semana passada. Em Harvard, pesquisadores acompanharam 89.000 mulheres e 50.000 homens e descobriram que os refrigerantes podem aumentar o risco de câncer de pâncreas em mulheres, só em mulheres. Antes que os homens se sintam premiados pela natureza, outro estudo, que examinou 1.800 doentes, sugere que uma dieta açucarada pode aumentar o risco de câncer do intestino grosso em homens, só em homens.

“Mas, se o açúcar, como o tabaco, subir ao patíbulo, o refrigerante se tornará o cigarro da vez. Nos Estados Unidos, já há um movimento, incipiente mas sólido, integrado pelos cientistas mais reputados do país, contra o consumo de refrigerante. Os estados de Nova York e do Maine discutiram a possibilidade de cortar seu consumo a golpes de imposto.

Em Nova York, o governador David Paterson propôs uma alíquota de 18%, mas recuou depois de perceber a má vontade dos parlamentares e a força do lobby do açúcar, cujo poder é lendário na política americana. Recentemente, um artigo publicado no New England Journal of Medicine causou furor ao defender uma taxa punitiva sobre os refrigerantes. A repercussão se deveu à assertividade do artigo – que sugere tratar o açúcar como se tratou o tabaco – e à identidade de seus autores. Um é Kelly Brownell, renomado epidemiologista da Universidade Yale. O outro é Thomas Frieden, que, trabalhando na prefeitura de Nova York, liderou o combate à gordura trans e fez 300.000 nova-iorquinos largar o cigarro. Agora, Frieden assessora o presidente Barack Obama como cabeça do CDC, órgão que cuida do controle e da prevenção de doenças.

“Fechando o cerco, o professor Walter Willett, uma sumidade acadêmica que chefia o departamento de nutrição da escola de saúde pública de Harvard, lidera o lobby para convencer a indústria a adotar uma fórmula de refrigerante menos prejudicial à saúde. Quer que cada latinha ou garrafa tenha, no máximo, 50 calorias, o equivalente a três colheres de chá de açúcar.

Uma lata de refrigerante normalmente tem 150 calorias, o equivalente a dez colheres de chá de açúcar. Um adulto que bebe uma lata com 150 calorias por dia pode chegar ao fim de um ano quase 7 quilos mais gordo. Elegantemente, Willett declarou: ‘Quando um adulto se acostuma a comer tudo doce, fica difícil apreciar a doçura suave de uma cenoura ou uma maçã.’ No mês passado, outro golpe duríssimo.

Pela primeira vez na história, a American Heart Association, a entidade dos cardiologistas, divulgou limites específicos para o consumo de calorias de açúcar. Surpreendentemente, definiu níveis inferiores aos comumente recomendados. As mulheres não devem consumir mais que 100 calorias de açúcar por dia, o que corresponde a pouco mais de seis colheres de chá de açúcar. Para os homens, o limite diário é de 150 calorias, ou dez colheres.

“Os EUA são a barricada mais potente contra o açúcar do refrigerante, mas não a única. A Inglaterra e a França estão proibindo a propaganda de refrigerantes na televisão. No México, onde a obesidade cresce num ritmo assustador, o refrigerante está sendo banido das escolas.

Na Alemanha e na Bélgica, a proibição vale até para o comércio nas imediações das escolas. Na Irlanda, celebridades não podem fazer comerciais de refrigerantes dirigidos ao público infantil. O açúcar e a obesidade que dele advêm são um problema em todo o planeta, inclusive no Brasil. Examinando dados relativos a 2005, a Organização Mundial de Saúde estimou que 1,6 bilhão de seres humanos estejam acima do peso e 400 milhões, obesos. (…)

“Obviamente, há diferenças entre o açúcar e o tabaco em termos de agressão ao organismo. A começar pelo fato de que nunca precisamos de tabaco para viver, mas necessitamos de açúcar – embora nos baste o açúcar encontrado naturalmente nas frutas, no mel, nos legumes e temperos.

Do ponto de vista exclusivo do funcionamento metabólico humano, é inteiramente desnecessário o açúcar que se adiciona a alimentos e bebidas, sucos, bolos, balas, doces, pudins, chocolates e a uma infinidade de produtos que nem desconfiamos conter açúcar, como cerveja e massa de tomate. Como tudo o que é desnecessário ao metabolismo, o açúcar em excesso faz mal à saúde. (…)

“O refrigerante não virou o alvo número 1 do cerco ao açúcar apenas por causa do alto consumo. Há pesquisas mostrando que a ingestão de caloria em forma líquida pode ser mais prejudicial à saúde que a de caloria de alimentos sólidos. Por motivos ainda desconhecidos, a caloria em forma líquida dribla o radar do apetite humano e retarda a sensação de saciedade, o que nos leva a comer mais, e engordar. (…)

“O resultado é uma devastação, porque um mal provoca outro, que por sua vez provoca um terceiro, colocando em movimento um carrossel que pode incluir cárie dentária, hipertensão, doenças cardiovasculares, derrame cerebral, falência renal, cegueira, doenças nervosas, amputações – e algo como seis a sete anos de vida a menos. (…)”

Fonte :Revista Veja