-
Arquivo de julho, 2009

09
jul 09
Arquivado em Default às 22:37 por Luciana Kotaka

gripe-suina-indonesia-01g

Obesidade aumenta risco de complicações da nova gripe, alertam especialistas

09 de julho de 2009 (Bibliomed). A obesidade é um fator de risco para complicações clínicas da gripe A (H1N1) – popularmente conhecida como gripe suína –, apontou um estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês). Segundo o órgão, o número de obesos é mais alto entre os casos graves da doença no país. Além disso, pessoas com doenças cardíacas, deficiências imunológicas e diabetes também correm mais risco, se contaminadas.

O CDC analisou pacientes hospitalizados com a gripe A na Califórnia durante o mês de maio, e concluiu que a obesidade está entre os fatores que aumentam as chances de os infectados apresentarem complicações médicas mais graves. A epidemiologista responsável pelo estudo, Anne Shuchat, declarou ao jornal Washington Post que ficou surpresa com a quantidade de pacientes obesos entre o número dos casos de gripe A considerados graves.

“A prevalência dessa patologia está sendo notada especialmente entre estudantes e pessoas jovens. Quando esses pacientes são bem nutridos e previamente saudáveis, a doença costuma evoluir de forma benigna, com a evolução clínica bastante semelhante às gripes que todos conhecemos”, explica o médico nutrólogo Nataniel Viuniski, da Associação Brasileira de Nutrologia. “A obesidade é um grave fator de risco tanto para a saúde individual como para a saúde pública”, completa.

Gestantes também entre os grupos de risco

O CDC já havia associado a gravidez ao aumento do risco de complicações clínicas pela gripe A. Estudos que acompanharam gestantes com a nova gripe concluíram que elas têm um risco elevado para complicações sérias, particularmente no período final da gestação.

A explicação fisiológica para esse maior risco é que, com o crescimento fetal, o fundo do útero comprime as bases pulmonares. E essa compressão resulta em dificuldades de inspirar profundamente e de tossir de forma a eliminar as secreções brônquicas. Além disso, o crescimento do útero bloqueia o retorno venoso, alterando a circulação sanguínea no tórax por compressão na veia cava inferior.

Segundo Nataniel Viuniski, é bem pertinente especular que as mesmas alterações possam ocorrer em indivíduos com excesso de gordura intra-abdominal. “Somados às outras complicações médicas que esses pacientes apresentam, como a síndrome metabólica, doenças cardiovasculares e apneia do sono, todas acabam concorrendo para que as pessoas obesas figurem no grupo de risco elevado para gripe H1N1″, conclui o médico.

Fonte: Barcelona Soluções Corporativas/Associação Brasileira de Nutrologia. Press release. 06 de julho de 2009.

08
jul 09
Arquivado em Default às 10:45 por Luciana Kotaka

aperfeicao

Esse pode ser uns dos apectos mais limitadores de qualquer processo de emagrecimento.

Vejo frequentemente tanto na clínica quanto em alguns blogs a baixa tolerância que se tem a respeito das limitações a que estão expostas.

Dieta, regime, nada do que se intitula com esses nomes podem dar certo, porém tem vários locais propagando a fórmulas mágicas de perda de peso quando já se tem claro que o caminho mais seguro e efetivo é a reeducação alimentar.

Afinal, o que significa reeducação alimentar? Vejam, nada mais é do que um processo aonde se aprende algumas orientações nutricionais específicas e se incorpora hábitos alimentares saudáveis.

Porém mesmo com uma enxurrada de informaçõesa repeito do que é e como deve ser um processo de emagrecimento, vemos uma grande dificuldade das pessoas incorporarem um tratamentos corretos, aonde se cuida tantos dos aspectos nutricionais como os emocionais e aí entra como tema de hoje: o perfeccionismo.

As pessoas estabelecem regras rígidas de dietas e quando saem da linha acabam por chutar o balde e comem tudo aquilo que suas metas estabeleciam como proibidas. Como não seguiam uma reeducação alimentar real, esse erro acaba por gerar ciclos compulsivos, pois não conseguem lidar com a falha, entram naquela condição do “tudo ou nada”, aonde ou são perfeitos e seguem uma dieta ou não são e estão destinados ao fracasso total.

Será que podemos e conseguimos ser perfeitos? Porque não podemos errar, tropeçar se somos humanos e temos limites?

Aonde se aprendeu que não se erra? O que na sua vida te fez pensar que errar é sinonimo de fracasso?

Vamos pensar e rever essas crenças, pois elas podem estar bloqueando um processo adequado de perda de peso.

Não somos perfeitos e não temos que ser…

Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica

05
jul 09
Arquivado em Default às 15:37 por Luciana Kotaka

951977-hugo-sozinho

Vivemos uma realidade massacrante, as horas escorrem entre os dedos numa rapidez assustadora, não temos tempo ou paciência para prestarmos atenção aos detalhes…

Saímos para trabalhar de manhã ou ir para a faculdade e vamos correndo, meio que dormindo, já  com a cabeça cheia de preocupações, compramos comida pronta no supermercado pois é rápido, ou pedimos pelo tele entregas, veja que maravilha .

Já na frente de uma televisão,com um bom filme, ou no computador quando estamos teclando com alguém, vamos engolindo a comida sem nem mastigarmos …aí quando nos damos conta ao irmos colocar aquela calça jeans que adoramos , ela não entra, está garroteando a cintura , mas compramos outra mais larguinha, uma batinha para disfarçar, até o momento que caímos na real e nos enxergamos no espelho, mas não a si  mesma que conhecemos e sim uma desconhecida.

Nesse desespero de não sabermos em que nos transformamos, saímos correndo comprar uma revista na banca, essas de dietas e devoramos as “novidades” em busca de um remédio milagroso, um shake ou algum chá poderoso que poderá colocar um fim nessa situação

Vamos nos acostumando a todos os dias  olharmos no espelho mas não nos enxergamos, passamos o  batom , penteamos o cabelo automaticamente,e um número cada  vez  maior de mulheres e homens colocam a roupa e nem se olham, não querem se olhar ou prestar atenção no que está acontecendo.

Então a amiga a chama para sair e como não tem roupa que não fica bem, não sai, se acostuma ficar dento de casa curtindo a solidão. Aparece uma oportunidade de ir para a praia,mas temos vergonha de tirar a roupa, e assim vamos deixando nossa vida em stand by, não vivemos mais,vegetamos.

Mas a felicidade é uma porta que se abre para fora e não para dentro. Podemos olhar para as inúmeras portas que se abrem e ficarmos somente olhando, mas podemos levantar e sair da nossa zona de conforto e abrirmos as postas e olhar para fora.

Lembre-se que qualquer mudança na sua vida depende somente do seu desejo, de suas ações.

Um corpo magro não acontece de uma hora para outra, tem que propiciar mudanças, e isso exige paciência e comprometimento.

Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica

01
jul 09
Arquivado em Default, Vídeo às 22:10 por Luciana Kotaka

A vida é muito curta e  perdemos muito tempo correndo atrás de situações  ou sofrendo por pessoas ao invés de valorizarmos o que temos, e aos que temos ao nosso lado.

Viver, ser feliz, valorizar e usufruir da companhia do outro é o grande segredo de vivermos bem.

E quem acha que isso não é importante na reeducação alimentar se engana!

Estarmos felizes, procurarmos viver melhor e vivenciar intensamente o que a vida nos oferece, nos auxilia  a termos mais equilíbrio, serenidade e consequentemente manter o peso, pois não usaremos a comida como tampão de nossas insatisfações.

Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica