Nem sempre a sensação de que a vida “perdeu o colorido” induz à falta de apetite e ao consequente emagrecimento. Muitas vezes, esta impressão faz o ponteiro da balança disparar, levando à obesidade. O fato é que as duas doenças estão intimamente ligadas. Quem esclarece o assunto é a psicóloga e mestre em nutrição Mara Lofrano, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
Como a depressão pode desencadear a obesidade?
Isto ocorre quando a comida é usada como mecanismo compensatório (a pessoa se alimenta na tentativa de aliviar a tristeza), havendo episódios de compulsão alimentar. Além deste fator, o uso de antidepressivos, que aumentam o apetite, pode alterar o metabolismo deixando-o mais lento e propenso ao ganho de peso. Devemos levar em conta, também, o próprio distúrbio emocional. Ele faz a pessoa ficar sem ânimo para praticar atividades físicas, optando, ao contrário, por ficar em casa, deitada e isolada do mundo. Tal inatividade tende ao aumento da massa corporal.
Na situação inversa, quando é que a obesidade gera a depressão?
Nesse caso, os fatores que contribuem para o quadro são: baixa autoestima, insatisfação com a imagem corporal, isolamento social, sentimentos de rejeição, frustração, culpa e vergonha.
A compulsão alimentar, então, já é uma manifestação da depressão?
Sim. Ela, inclusive, acomete até 30% das pessoas com obesidade. Portanto, ficar atento a este “sinal” é uma forma de detectar que algo não está bem. Este descontrole alimentar frequente pode ser fruto de conflitos emocionais e, se não tratados, podem causar um estado depressivo.
Existem outros problemas de ordem emocional que podem ocorrer em pessoas com peso excessivo?
Sem dúvida. A obesidade é um fator de risco para o desenvolvimento e/ou agravamento de doenças psiquiátricas tais como: transtorno bipolar, transtorno alimentar e ansiedade generalizada. Entretanto, isto não significa que todos os obesos estejam propensos a estes distúrbios.
Há estatísticas que comprovam a relação entre obesidade e depressão?
Sim. Estudos demonstram que 30% das pessoas podem ter depressão ao longo da vida, enquanto os indivíduos obesos têm até três vezes mais (89%) chances de manifestá-la..
Existe um elo forte entre depressão e obesidade. O tratamento deve ser feito em longo prazo, atrelado a mudanças no estilo de vida
Numa população obesa, qual é o período mais “propício” para que ela se manifeste?
Na adolescência existe uma busca pela aceitação. Os jovens passam, sobretudo, a ter dificuldades de entender e lidar com seu novo universo – físico e mental. Há ainda uma extrema preocupação com a imagem corporal. Dentro deste contexto, é possível dizer que a depressão seja mais comum nesta fase. No entanto, vale ressaltar que os sintomas desta doença, podem surgir em qualquer idade. O que influencia – de fato – é o grau de obesidade apresentado pela pessoa, os conflitos emocionais, baixa autoestima, insatisfação com a aparência, isolamento social, bem como sentimentos de inferioridade, culpa, vergonha, medo, dentre outras questões que podem aparecer.
Qual seria o tratamento indicado para uma pessoa obesa e depressiva?
Como, acima de tudo, a obesidade é uma doença multifatorial (provém de diversas causas), é importante o acompanhamento e controle de médico, psicólogo (ou psiquiatra, mediante a necessidade de antidepressivos), nutricionista e educador físico. Este é o ÚNICO tratamento efetivo para essa doença e deve ser feito em longo prazo, atrelado a mudanças no estilo de vida.
Entre estes novos hábitos, qual deles você destacaria?
A prática esportiva. Exercícios são indispensáveis à saúde física e psicológica. Além de reduzir medidas, ameniza os efeitos do estresse, que podem levar à depressão. No entanto, é válido ressaltar a importância do acompanhamento de um profissional habilitado (educador físico) para definir o tipo, a intensidade e a duração desta atividade. Incorporá-la ao dia a dia só trará benefícios.
A discriminação que uma pessoa obesa sofre, devido à sua condição, acentua a depressão. O que ela pode fazer para administrar essa situação?
Não existe uma atitude “correta” para evitá-la, porque cada um tem maneiras diferentes de lidar com questões, que podem incomodar ou até mesmo “ferir” seu estado psicológico. Contudo, buscar “dentro de si” recursos próprios de enfrentamento para tais situações é essencial.
Sobretudo, acreditar na sua capacidade de mudança. Na maioria das vezes, no entanto, a pessoa não é capaz de encontrar a “saída” sozinha, desta forma, é imprescindível a atuação de um psicólogo para auxiliá-la.
por Shirley Santos -Revista Dieta Já

16 comentáriosAí um dia você toma um avião para Paris, a lazer ou a trabalho, em um vôo da Air France, em que a comida e a bebida têm a obrigação de oferecer a melhor experiência gastronômica de bordo do mundo, e o avião mergulha para a morte no meio do Oceano Atlântico.
Sem que você perceba, ou possa fazer qualquer coisa a respeito, sua vida acabou. Numa bola de fogo ou nos 4 000 metros de água congelante abaixo de você naquele mar sem fim.
Você que tinha acabado de conseguir dormir na poltrona ou de colocar os fones de ouvido para assistir ao primeiro filme da noite ou de saborear uma segunda taça de vinho tinto com o cobertorzinho do avião sobre os joelhos.
Talvez você tenha tido tempo de ter a consciência do fim, de que tudo terminava ali. Talvez você nem tenha tido a chance de se dar conta disso.
Fim.
Tudo que ia pela sua cabeça desaparece do mundo sem deixar vestígios.
Como se jamais tivesse existido.
Seus planos de trocar de emprego, ou de expandir os negócios.
Seu amor imenso pelos filhos e sua tremenda incapacidade de expressar esse amor.
Seu medo da velhice, suas preocupações em relação à aposentadoria.
Sua insegurança em relação ao seu real talento, às chances de sobrevivência de suas competências nesse mundo que troca de regras a cada seis meses.
Seu receio de que sua mulher, de cuja afeição você depende mais do que imagina, um dia lhe deixe. Ou pior: que permaneça com você infeliz, tendo deixado de amá-lo.
Seus sonhos de trocar de casa, sua torcida para que seu time faça uma boa temporada, o tesão que você sente pela ascensorista com ar triste.
Suas noites de insônia, essa sinusite que você está desenvolvendo, suas saudades do cigarro.
Os planos de voltar à academia, a grande contabilidade (nem sempre com saldo positivo) dos amores e dos ódios que você angariou e destilou pela vida, as dezenas de pequenos problemas cotidianos que você tinha anotado na agenda para resolver assim que tivesse tempo.
Bastou um segundo para que tudo isso fosse desligado. Para que todo esse universo pessoal que tantas vezes lhe pesou toneladas tenha se apagado. Como uma lâmpada que acaba e não volta a acender mais.
Fim.
Então, aproveite bem o seu dia. Extraia dele todos os bons sentimentos possíveis.
Não deixe nada para depois.
Diga o que tem para dizer. Demonstre.
Seja você mesmo.
Não guarde lixo dentro de casa.
Não cultive amarguras e sofrimentos.
Prefira o sorriso.
Dê risada de tudo, de si mesmo.
Não adie alegrias nem contentamentos nem sabores bons.
Seja feliz. Hoje. Amanhã é uma ilusão. Ontem é uma lembrança.
No fundo, só existe o hoje.”
Revista Exame

No Brasil, inverno não é tão rigoroso a ponto de o nosso corpo precisar de mais energia para manter o equilíbrio térmico
Eliza Kobayashi (novaescola@atleitor.com.br)
Muitas pessoas creem que, no inverno, comemos mais porque precisamos repor a energia gasta para manter estável a temperatura interna do corpo. “Em parte, isso é verdade”, confirma Monica Inez Elias Jorge, nutricionista do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP.
Porém, a especialista esclarece que o inverno brasileiro não é tão rigoroso a ponto de exigir grandes esforços de nosso organismo para manter o equilíbrio térmico. Então por que, mesmo assim, sentimos vontade de comer mais durante essa época do ano? “Nosso país não tem longos meses de frio, mas temos, sim, alguns dias de queda mais elevada nas temperaturas.
E, de fato, nesses dias as pessoas sentem vontade de comer mais”, afirma. Para ela, a principal razão está relacionada à sensação de bem estar que a comida gera em nosso corpo. “Quando comemos, produzimos calor para a transformação e a digestão dos alimentos, o que nos dá uma sensação de conforto térmico”. Mas isso não tem a ver com a necessidade de reposição de energia.
A nutricionista explica que não basta nos aquecermos somente de fora pra dentro. Por mais que nos agasalhemos bem, sentimos necessidade de gerar calor de dentro para fora. E acabamos buscando isso nos alimentos. “Muitas vezes nem estamos com fome, mas procuramos ingerir bebidas e alimentos quentes para nos sentirmos aquecidos”, acrescenta.
Outra tendência que temos no inverno é a de comer alimentos mais calóricos e ricos em gordura. “Provavelmente isso está ligado a questões culturais, pois em outras épocas a estação do frio estava relacionada à escassez de alimentos. Não era possível armazenar verduras e frutas, então a ideia era utilizar os alimentos disponíveis.
E o que as culturas antigas conseguiam fazer era matar animais e conservar sua carne em sal, guardando-a para o inverno. Isso foi ficando como herança cultural, passando de geração para geração”, explica Monica. Além disso, no frio, acabamos dando preferência às preparações culinárias quentes, que, em geral, são à base de alimentos mais ricos em gordura.
“Quase sempre optamos por sopas mais elaboradas e calóricas, fondues ou carnes com molhos quentes, deixando de lado as saladas e as frutas”. No entanto, se isso passar a ser um hábito, pode ameaçar seriamente a saúde do nosso corpo. “O exagero na ingestão de alimentos ricos em gordura pode provocar aumento no nível de colesterol, e pratos mais salgados ou mais temperados podem levar a uma elevação na pressão arterial”, alerta a nutricionista.
Para evitar o desequilíbrio na alimentação, Monica dá algumas dicas para que continuemos ingerindo frutas e verduras durante o inverno. “Podemos preparar caldos com verduras, assar frutas com pouca água – sem jogá-la fora na hora de consumir, senão os nutrientes vão embora – e jogar canela por cima ou ainda fazer saladas com legumes quentes”.

Uma homenagem a nossa amiga blogueira que desencarnou e deixou nossa blogsfera e seus familiares.
Que ela encontre a tranquilidade e a paz junto ao nosso Pai!
www.grabusca.blogspot.com
Nossos Pais descobrem que um ser está para nascer e trazer as suas vidas um brilho de luz.
A cada sorriso, palavra, olhar ou suspiro, uma cachoeira de lágrimas parece inundar seus olhos de alegria e paz.
Nos tornamos adolescentes e a busca pela independência é cada vez mais clara. A nossa vontade de conquistar espaço nos distância de quem sempre nos amará, esquecemos a família. Esquecemos de dizer o quanto os amamos.
Mas um dia nossos entes queridos se vão. Quando menos esperamos e sem nenhum aviso, Deus tira de nós o que mais amamos.
Em nosso peito apenas a dor de um punhal que a cada “meus pêsames” parece pesar.
Nossos pensamentos divulgam para cada gota de sangue em nosso corpo a culpa de nunca ter dito: “te amo”; “preciso de você”, “estou sempre aqui”, “me preocupo”, e como se não bastasse vem à frase mais forte “a culpa foi minha”.
Nossos sonhos caem por terra, nossa independência parece perder a importância.
E a resposta para essa dor? O tempo e uma certeza:
Quando amamos transmitimos em pequenos atos e gestos, e as palavras não importam mais; quando precisamos de alguém, sentimos sua presença, e as palavras não têm mais sentido; quando nos sentimos sós e abandonados, surge uma palavra ou um gesto e descobrimos que nunca estaremos sós.
E a culpa? A culpa é da vida que tem inicio, meio e fim. A nossa culpa está apenas em amar tanto e sentir tanto perder alguém.
Mas o tempo é remédio e nele conquistamos o consolo, com ele pensamos nos bons momentos. E com um pouco mais de tempo, transformamos nossos entes queridos em eternos companheiros.
Nossos sonhos ganham aliados, nossa independência ganha acompanhantes, nossa vida conquista anjos. E no fim apenas a saudade e uma certeza:
Não importa onde estejam, estarão sempre conosco.
Luciana Kotaka e todos amigos dessa comunidade light

O ser humano engana-se quando pensa que prosperidade é apenas riqueza material. ‘Ter prosperidade significa ter uma vida abundante em todos os sentidos: pessoal, profissional e espiritual.’
No caminho que leva à prosperidade, há que auxiliam em nosso equilíbrio e crescimento e o de todas as pessoas que nos rodeiam. “
1º Ter Objetivos de Vida
Uma pessoa sem objetivos é como uma folha seca ao vento. É levada para qualquer direção, em qualquer momento. Existem dois tipos de objetivos: os materiais e os espirituais. Os ligados à matéria são automóveis, jóias, roupas, imóveis etc. E os espirituais são as conquistas de valores mais duradouros como, por exemplo: desenvolver a paciência, ter mais equilíbrio, ser mais otimista, entre outros. O planejamento é imprescindível para que todos os objetivos se concretizarem.
2º Desenvolver a Auto-Estima
O amor próprio é a maior virtude que podemos ter. Quem não se ama leva uma vida amarga e espalha pessimismo ao seu redor. A busca de si é primordial para qualquer realização na vida. A virtude de ter auto-estima pode garantir o prazer e a alegria de estar passando por este lindo planeta.
3º Aprender a Utilizar a Mente
Temos um supercomputador capaz de realizações ilimitadas que está anatomicamente embutido em nosso crânio. Aprender a programá-lo é fundamental, pois através do poder da mental, geramos energias que dão forças para o dia-a-dia. Estas energias em forma de um campo eletromagnético também conhecida como aura, atraem o que desejamos, influencia pessoas, pode curar e principalmente materializar os nossos sonhos.
4º Ter uma Personalidade Agradável
Tratar bem as pessoas; aprender a colocar-se no lugar delas; chamá-las pelo nome; ser humilde; interessar-se por elas; saber ouvir e principalmente elogiar, reconhecer e respeitar; são atitudes que lubrificam as engrenagens do dia-a-dia e devem ser utilizadas para quem quer prosperar. São as pessoas que nos levantam e que, no alto, nos mantém. Criar relações desarmoniosas faz minar as energias celestiais contidas no coração, as quais poderiam ser canalizadas para grandes realizações.
5º Desenvolver a Persistência
O fracasso é o sucesso em processo. Desistir de um sonho é o mesmo que anunciar que está morrendo. A persistência é a mãe do sucesso. É ele que materializa os nossos sonhos. Mas é importante lembrar dos ensinamentos da oração: ‘Pai me dê forças para as coisas que eu posso mudar, serenidade para os que não posso e sabedoria para encontrar a diferença’.
6º Ter Flexibilidade para Mudanças
A velocidade de mudança do mundo é algo assustador. Uma mente inovadora e criativa é fundamental para a sobrevivência, principalmente na vida profissional. O que deu certo no passado não garante mais o sucesso no presente. Devemos estar atentos e perceber que a vida é diferente a cada dia. Pessoas que estão fazendo as coisas do mesmo jeito que sempre fizeram estão ficando para trás. Mudar para melhor é a única saída.
7º Melhorar a Vida das Pessoas
Cada um de nossos pensamentos, palavras ou atitudes que envolve nossos projetos de vida, se estiverem embasados com o desejo sincero de ajudar as pessoas, recebe uma poderosa força cósmica que faz prosperar com muito mais intensidade tudo aquilo que nos propomos a fazer. Quando temos umas boas intenções, estamos automaticamente em sintonia com as Leis do Universo, sensibilizamos os anjos e podemos construir com a segurança de prosperar.
8º Conhecer e usar os Dons e Talentos
Nossos dons e talentos são as maiores ferramentas que temos contra a pobreza e a falta de realização. A falta do auto conhecimento é a maior causa do fracasso, pois quem tem consciência dos verdadeiros dotes naturais pode produzir diamantes, pois já descobriu que sua alma é feita de um material superior. É como se Deus tivesse nos dito: ‘meu filho, você vai nascer na Terra e vai ser muito próspero, mas será necessário utilizar os seus dons e talentos’. Mas quando Ele disse a palavra próspero, nós mergulhamos ansiosamente em direção à Terra não terminamos de ouvir o restante da recomendação.
9º Trabalhar com Amor
Colocar amor no trabalho é essencial para o sucesso. Nunca vamos conhecer alguém bem sucedido que não tenha prazer no que faz, ou que trabalhe apenas por obrigação ou necessidade. Quem trabalha com amor está empregnando de vida, energia positiva e prosperidade em tudo que toca. Realizar trabalhos com dedicação e amor é fazer jus a virtude de ser filho de Deus.
10º Conversar com Deus
Sentir a presença de Deus, independente da religião ou seita que se segue, é estar em contato com toda a abundância existente. Devemos saber entregar-se a Ele, perceber que somos abundantes por natureza e que a prosperidade é como um oceano, onde cada um pega o que o coração permite. E lembre-se: um coração livre, puro e bondoso é capaz de desfrutar de todo oceano, enquanto corações pobres e egoístas disputam para pegar baldinhos de água, se esquecendo que já tem o oceano. Esta é uma das principais atitudes que limita a humanidade a prosperar.
Créditos -*Marcelo de Almeida (Consultor, Terapeuta e Conferencista na Área de Desenvolvimento Humano e preside o Instituto Marcelo de Almeida)
















