
Momentos necessários que visam nosso crescimento
Transformação, evolução,necessidade…
Meu blog cresceu, a necessidade do site também apareceu
Estou aqui apresentando a vocês NOSSO novo espaço!
Espero que apreciem e sintam-se confortáveis…
Um grande abraço
Luciana Kotaka
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Perder peso hoje se tornou o foco de muitos jovens e adultos, que insatisfeitos com o peso e contorno corporal saem em busca de soluções para enfrentar esse problema.
Nessa batalha contra o peso, precisamos lembrar de traçar parâmetros reais, levando em consideração a idade, altura, entre outros fatores que podem determinar o não a perda de peso.
Como vivemos em um país onde a valorização do corpo magro é cultuada, perdemos o referencial do que seria ou não adequado e saudável para usarmos como meta.
Determinamos valores irreais e sacrificantes , sem termos informações adequadas , o que leva o corpo responder a esse ataque, freando a perda de peso.
Esse processo gera decepção, indignação em muitas pessoas, mas se formos realizar um levantamento, iremos verificar que na grande parte dessa população, os regimes estão sendo realizados sem orientação de um profissional capacitado, o que leva a efeitos sanfonas, e um desistímulo muito grande.
Outro fator que está inserido nesse contexto, é a falta de percepção quanto as emoções determinam esse processo. Cuidar do corpo significa olhar para o que sentimos ,o que nos auxilia a buscar nossos objetivos, como também podem nos levar a sabotar os mesmos.
Podemos concluir que a busca por um peso adequado e saudável vai depender das ações e implicações com que cada um vai ter nesse processo.
O importante é ter consciência de que temos limitações, que caímos nesse processo, mas que podemos levantar, continuar, e procurar ajuda, para esse projeto se torne efetivo.
Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica
Cutitiba – PR
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Não entre na neura!
Sim, as modelos têm corpos lindos. Mas não ter um corpo esbelto como o delas não é e nem deve ser o fim do mundo.
O problema é que ao tentar incansavelmente conquistar um corpo como o delas, você pode se tornar uma eterna insatisfeita e o resultado será desastroso.
“As mulheres partem em busca de um ideal de beleza irreal e acabam por desenvolverem um quadro depressivo, prejudicando ainda mais a forma de se enxergar e lidar com seu corpo real”, analisa a psicóloga Luciana Kotaka (PR).
E a partir do momento que se perde o referencial do que é possível dentro de sua própria estrutura corporal, surgem os distúrbios de imagem. Os mais comuns são a anorexia nervosa (perturbação na percepção e na sua forma corporal) e bulimia nervosa (ocorrem episódios recorrentes de descontrole alimentar com tentativas de não ganhar peso através do uso de laxantes, diuréticos e vômitos autoinduzidos).
Preste atenção no seu comportamento, pois a partir do momento em que o desejo de chegar a um modelo ideal sacrifica o corpo, já se tornou um distúrbio. O segredo é ver própria imagem como única e bela do jeito que é, aprendendo a valorizar o que você tem de melhor. “Cada ser humano é único e que não pode, não deve e nem precisa ser igual a ninguém. A cirurgia plástica é capaz de verdadeiros milagres, mas deve respeitar o corpo humano e a sua beleza natural”, complementa a cirurgiã plástica Kaísa Justo (RS). Mas nós, mulheres mortais, não estamos sozinhas nessa vontade de dar um “CTRL C + CTRL V” no corpo das modelos. Muitas atrizes e cantoras (todas lindas, a propósito) entram nessa e o final pode não ser dos mais felizes: distúrbios de imagem.
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Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica
Curitiba-PR
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Mais do que uma doença, a obesidade pode ser consequência, ou muitas vezes a causa de problemas psicológicos variados.
A obesidade já é considerada uma doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS), assim como por médicos e demais profissionais da área da saúde.
O acúmulo de tecido gorduroso no organismo pode ser diagnosticado de diversas formas, que revelam os riscos e prejuízos à saúde.
Para esclarecer melhor este tema e explicar os riscos que estes pacientes correm também no âmbito emocional, entrevistamos o psiquiatra Arthur Kaufman, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Programa de Atendimento ao Obeso (Prato) do Instituto de Psiquiatra do Hospital das Clínicas.
Confira:
Qual a relação entre obesidade e distúrbios psicológicos?
Existem duas relações principais: uma de quem já tem excesso de peso corporal e tem distúrbios psicológicos por isso; e outra de quem não tem excesso de peso mas, devido a distúrbios psicológicos, fica com o peso excessivo.
Quem já está acima do peso ideal, tem distúrbios porque se sente fora do padrão, rejeitado, principalmente se for adolescente ou criança, porque é discriminado, ridicularizado, muitas vezes recebe apelidos e é chamado de gordinho. Já no segundo caso, o indivíduo fica acima do peso por algum distúrbio psicológico, como uma ansiedade compulsiva, que o leva a comer. O problema é que nestes casos, o paciente não vai comer uma salada, porém massas, doces e outros alimentos extremamente calóricos.
Quais os principais indícios de que o paciente obeso precisa de acompanhamento psicológico?
Basicamente quando ele está deprimido, ou se retrai e não sai de casa de jeito nenhum, rejeitando convites de amigos. Com meninas é mais comum. As amigas chamam para sair e ela fica em casa, achando que todos vão ficar reparando. Ou não vai à praia porque acha que todas as pessoas vão parar para olhar suas “gordurinhas”.
Como a psicoterapia pode ajudar o paciente obeso e quais os benefícios no processo de emagrecimento?
Trabalho com a psicodinâmica e afirmo que todas as psicoterapias funcionam desde que o profissional seja competente e tenha um bom relacionamento com o paciente, pois este necessita se sentir à vontade para falar sobre seu problema sem se sentir julgado ou condenado.
É possível afirmar que o insucesso no emagrecimento, e também o famoso ‘efeito sanfona’, podem ser resultado inclusive da falta de acompanhamento psicológico?
Sim, é possível. A falta de acompanhamento psicológico é um dos principais responsáveis pelo efeito sanfona. Deve haver, é claro, cuidado redobrado com a alimentação e também com a atividade física logo após atingir o peso ideal.
Em um tratamento multidisciplinar para a obesidade, que profissionais podem ser requisitados?
Sugerimos um psicoterapeuta, que normalmente é médico psiquiatra ou psicólogo; uma nutricionista e um professor de educação física.
Medos, frustrações, problemas no convívio social ou o mau exemplo de pais e familiares podem levar a criança à obesidade? Em que proporção o senhor acredita que isto aconteça?
Nem tanto os medos, frustrações ou problemas no convívio social, mas o mau exemplo dado pelos pais e familiares, principalmente na área da alimentação. É só você entrar em um restaurante qualquer, hoje em dia, e você observa o que os pais fazem com os filhos. Não só comem alimentos prejudiciais à saúde na frente das crianças, mas incentivam-nas a comer. Um dia eu estava em um shopping e vi um pai sair de um fast food com uma caixa de nuggets e refrigerante. O filho, no carrinho, era praticamente um bebê, mas ainda assim recebeu deste pai batatas fritas, nuggets e refrigerante. Os pais são os principais responsáveis pelo excesso de peso dessas crianças. Se a criança não tiver nenhuma doença que a faça engordar e, no geral, não tem, quem a está tornando gorda são os pais que, em primeiro lugar, acham que qualquer desconforto deve ser resolvido com comida. Há ainda os que premiam quando a criança come, ou a castigam quando não come.
Que sugestão o senhor daria a esses pais?
Eu sugiro o filme Super Size Me (A dieta do palhaço), que conta a história de um homem que fez uma aposta com os amigos e passou um mês se alimentando exclusivamente no Mc Donald’s. Paralelamente ele realizou diversos exames laboratoriais para monitorar os efeitos desta dieta em sua saúde. Até que o médico que o acompanhava alertou: Ou você para com isso, ou você morre.
Há particularidades no tratamento psicológico para a obesidade infantil? A partir de que idade ele pode ser indicado?
Deve-se fazer o acompanhamento dos pais juntamente, pois não dá para tratar a obesidade infantil sem orientar os pais. Quando houver antecedentes de obesidade ou diabetes na família, deve-se, inicialmente, indicar aos pais um acompanhamento nutricional para que saibam o que devem priorizar e/ou evitar na alimentação das crianças, antes de pensar em qualquer tratamento psicológico. Só é indicado o tratamento psicológico infantil se a criança já for gordinha ou tiver uma fome fora do comum.
Nos casos em que há indicação de cirurgia bariátrica, como deve ser o acompanhamento psicológico? Quanto tempo antes do procedimento o acompanhamento deve começar e por quanto tempo deve se estender?
Cada caso tem sua particularidade. A indicação é que qualquer pessoa que será submetida à cirurgia bariátrica comece um tratamento psicológico e continue no pós-operatório, pois não é fácil. Normalmente, são pessoas que comiam a qualquer sinal de nervosismo, mas agora não podem fazê-lo porque passam mal, ficam como se estivessem entupidas. Esse acompanhamento deve ser começado assim que o paciente resolver que vai fazer a cirurgia e deve continuar após a cirurgia pelo tempo necessário à sua total recuperação.
Por que este acompanhamento se faz tão necessário?
Por que a pessoa deve aprender outras formas de descarregar suas ansiedades sem ser comendo. Enquanto ela continuar descarregando na comida, não conseguirá se libertar da compulsão.
Quais os riscos de abandonar o tratamento após a cirurgia, ao primeiro sinal de emagrecimento?
Muita gente desiste por não querer gastar dinheiro, ou por achar que não há necessidade. Os riscos são de voltar a apresentar os mesmos distúrbios psicológicos, medos, complexos e frustrações, que novamente serão descontados na comida, fazendo com que o paciente engorde novamente e se retraia em função do sobrepeso.
site Nutritotal
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Essa é uma situação muito frequente quando se trata de mudanças…
Para nós um ensaio desgastante : Começo a RA ou não começo, e vamos lá, com um esforço sobre humano decidimos que agora vai, e nos preparamos para nossa rotina do dia, com frutas, barrinhas, iogurtes e vamos trabalhar….
O que não esperávamos nesse processo todo é alguns colegas dispostos a sabotar esse seu processo tão cuidadosamente articulado.
Somos recebidos com carinho, muitos dando a maior força, até que no terceiro dia de sua RA, chegam com um delicioso bolo de chocolate e você que está tão determinado, acaba resistindo bravamente.
No quarto dia, outro colega, chega com uma caixa de bombons e diz para você: Ah! Só hoje,não pode ser tão rígido assim, e você, que já está cansado de comer tão certinho, acaba por comer um bombom.
Algum problema? Não, claro que não!
O problema começa a partir do momento que todos os dias,acaba caindo na tentação de comer um pouquinho do que na verdade irá te impedir de perder peso.
Temos dois pontos para analizar aqui:
Um, que regimes rígidos não dão certo, pois a probabilidade de cair e fracassar é muito alta;
Segundo, temos um momento certo para enfrentar esse processo, quando nos sentimos realmente seguras e preparadas para enfrentar essas situações que estarão permeando nossas vidas o tempo todo.
Temos que estar preparadas emocionalmente para seguir em frente, desenvolvendo estratégias eficientes para lidar com os imprevistos, pois teremos sempre convites para festas infantis, páscoa, natal, ano novo, casamentos, e assim, muitos outros convites que estarão recheados de comidas apetitosas e interessantes.
Como você tem lidado com essas situações ou pessoas?
Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica
Curitiba – PR