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Arquivo de março, 2009

09
mar 09
Arquivado em Default às 03:19 por Luciana Kotaka

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Como não poderia deixar de ser, vou falar sobre a discriminação que as pessoas obesas sofrem em função da falta de informação e preconceito.

Vivemos um momento em que as mulheres e homens magros são valorizados, símbolos da máxima beleza e de status.

Porém ao mesmo tempo, sofremos um bombardeio de imagens, propagandas maciças de sanduíches, batatas fritas, refrigerantes, enfim, não conseguimos passar pelo caixa do mercado e até no caixa da farmácia sem estarmos rodeados de comida, e o pior, calóricas, imagine a incongruência, dentro de uma farmácia, onde a priori, a palavra saúde deveria reinar.

Somos vulneráveis, estamos vulneráveis, pois muitas vezes o bombardeio de informações sobre comidas, fast food, invadem nossas casas pela televisão, revistas, e até imaginem, gibis!

Vivemos em uma sociedade que gera a obesidade e absurdamente a repele, discrimina. Quantas vezes ouvi pessoas em alguma reunião social dizer: funcionária gordinha nem pensar não têm agilidade nenhuma.

Eu pessoalmente já tive uma ótima, aliás, melhor do que muitas magrelas que tem por aí. Mas, essas mensagens tomam uma proporção enorme, gerando uma discriminação imensa em relação a essas pessoas, o que gera constrangimento, desemprego, depressão, isolamento social.

Obesidade é uma doença, e atualmente considerada uma epidemia. Uma projeção realizada recentemente pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica mostra que 63 milhões de pessoas a partir dos 18 anos de idade têm peso acima do normal, sendo que, desse total, 15 milhões são considerados obesos e 3,7 milhões são obesos mórbidos. Os números são impressionantes, mas o Brasil ainda não está na lista dos países supergordos, o que pode mudar em breve. Segundo a Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição, o número de pessoas com excesso de peso ou obesidade no Brasil praticamente dobrou nos últimos 30 anos. Se o crescimento continuar nesse ritmo, o número que hoje é de 13% de obesos passará, em 2030, para 33% (dados da ABESO).

Na revista Época de fevereiro, temos o depoimento Cid Loureiro Penteado Júnior, onde ele relata: Obesos tentam manter o bom humor e chamar atenção pela simpatia, mas sofrem muita discriminação, principalmente na televisão, em programas humorísticos. Não se fala mal dos negros, de pessoas com câncer, lepra ou HIV. Mas há quadros humorísticos inteiros discriminando obesos e o próprio obeso se coloca naquela posição. Eu fundei a ONG Contra Peso Brasil, em 2005, para tentar mobilizar a sociedade contra esse tipo de preconceito. Isso não quer dizer que a sociedade tenha que se adaptar ao obeso. Se você cria condições para o obeso viver confortavelmente, provavelmente ele vai piorar e aumentar ainda mais seu peso. Tem que investir em piscinas, pistas de corrida e academias. “Fazer o comerciante mudar a estrutura de seu estabelecimento – colocando assentos especiais para obesos, por exemplo – só favorece o aumento da doença.”

Ações como a de Cid é de extrema importância, vivemos de aparências, deixamos de lado valores básicos de humanidade, respeito, cidadania, afeto, tolerância, um mundo consumido pelo egoísmo, pelas buscas pessoais.

Precisamos rever valores, cuidar do planeta, preservar, amar e realizar.

Vamos pensar em qual o nosso papel aqui, e vamos promover um mundo melhor e claro, sem PRECONCEITO!!!

Luciana Kotaka
Curitiba -PR

07
mar 09
Arquivado em Default às 22:26 por Luciana Kotaka

Somos mulheres com orgulho sim!!!

Mulheres com raça, com graça, com jeito de mulher…Somos fortes, amadas, e cheias de garra…Mulheres sim, que chora, berra, esperneia,Mulheres com TPM, que se transformam e como camaleão mudam a cada instante.Ser único, que tem a graça de criar, de dar a vida, de viver o feminino.Nós somos mais, somamos, multiplicamos e nos dividimos em mil.Somos poderosas, temos uma força enorme, e quando queremos, somos muitas!Que felicidade ser mulher, ter graça e ter ginga.Obrigada meu pai, por esta graça cheia de graça que sou,EU SOU MULHER!!!! PARABÉNS A TODAS AS MULHERES !!!Luciana Kotaka

07
mar 09
Arquivado em Default às 18:23 por Luciana Kotaka

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Opte pelos alimentos crus, mais saudáveis, mas não abuse do shoyu

Comida japonesa com moderação

Conhecida pelos pratos saudáveis e frescos, a cozinha oriental esconde pequenos vilões que, em excesso, prejudicam uma dieta regrada
Publicado em 04/03/2009 Ricardo Ampudia

O povo oriental é conhecido como um dos mais longevos. Boa parte dessa boa saúde na velhice se atribui à alimentação, regrada e saudável. Mas, mesmo na cozinha japonesa, na qual predominam carnes leves, algas e legumes, se escondem alimentos que, em excesso, tornam-se vilões.
Para quem quer manter o peso com dietas pouco calóricas é bom ficar longe das frituras, como os hot sushis e tempurás e evitar as massas, como o udon (macarrão de arroz servido com carnes, vegetais e ovos), ricos em carboidratos e gorduras. Abuse dos vegetais como rúcula, algas e do tofu, o “queijo de soja”.

Shoyu, tofu e salmão

Confira o aspecto nutricional de 100 g de alguns itens da cozinha japonesa

Shoyu – 53 kcal
A versão tradicional tem muito sódio (5.637 mg), o que exige moderação, em especial dos hipertensos. Versões light têm pouco sódio e açúcar.

Tofu – 145 kcal
De sabor suave, a porção tem 15,78% de proteína, zero colesterol e 683 mg de cálcio, além dos benefícios da soja. Tem menos cálcio do que o queijo branco, o que pode ser resolvido adicionando sementes de gergelim às receitas.

Salmão – 116 kcal
É muito rico em ômega 3, um tipo de gordura insaturada que atua na proteção cardiovascular e previne inflamações repetitivas. Se mal conservada, a carne de peixe cru pode causar intoxicações alimentares. Procure saber a procedência dela e como está sendo conservada.
Fonte: nutricionistas Ivone Ikeda Morimoto e Marilize Tamanini. Tabela de Composição Química dos Alimentos, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

“A influência dos alimentos na vida da pessoa depende do conjunto da obra. Se ela optar por comida japonesa duas vezes por semana, mas comer na churrascaria nos outros dias, não colherá os benefícios da dieta”, diz a nutricionista Marilize Tamanini.

Ela explica que alguns alimentos orientais podem ser introduzidos na alimentação diária e cita o tofu e o missô (tempero fermentado à base de soja) como dois alimentos bastante nutritivos. “O tofu contém isoflavonas da soja que agem na regulação hormonal, além de ser bastante proteico. O missô pode substituir o caldo de galinha e de carne para temperar sopas, uma boa fonte de gorduras”, comenta.

A professora do curso de Nutrição da Universidade Positivo, Ivone Ikeda Morimoto, diz que o consumo da soja é considerado por estudiosos como um dos principais responsáveis pela boa saúde japonesa. “Mas, a partir da 2ª Guerra Mundial, houve no Japão um aumento da ingestão de leite, carne, ovos e gorduras. Paralelamente, estudos epidemiológicos demonstraram aumento da mortalidade por câncer de cólon, ovário, mama e próstata, comprovando que o processo de ocidentalização do padrão dietético japonês está elevando a incidência de doenças anteriormente pouco frequentes”, alerta.

Ivone ressalta ainda um complemento da mesa que merece atenção especial: o shoyu. Segundo ela, o molho é rico em sódio, fator de risco para o câncer gástrico e que contribui para a piora de quadros de hipertensão. “A dieta japonesa tradicional é muito rica em cloreto de sódio, ou seja, em sal de cozinha. As conservas, o molho e a pasta de soja, a alga prensada e os temperos prontos à base de peixe são extremamente ricos em sal. Moderação é a palavra-chave da alimentação equilibrada, mesmo na culinária japonesa”, diz.

Texto cedido gentilmente pela nutricinista Marilize Tamaninisite – www.saudeeprazer.com.br

03
mar 09
Arquivado em Default às 13:09 por Luciana Kotaka


Proposta de mudanças

Gostaria de convidá-las (os) para traçar algumas metas, com objetivo de mudar algumas diretrizes de vida.

1-Você pode e deve tomar as rédeas de sua vida. Isso significa, parar de ser ou fazer o que outras pessoas esperam e começar a fazer o que realmente quer, ser e agir da forma que acha coerente com sua forma de pensar.
Não tenha receio de decepcionar as pessoas, familiares e amigos, pois na verdade, a única pessoa que pode mudar sua vida é VOCÊ mesma (o)!

2- Procure dentro de si tranquilidade e controle sobre o que sente . Para isso ,veja quais os meios poderiam ser eficientes para alcançar essa meta.
É muito mais fácil nos entregarmos a pensamentos ruins, de pessimismo, de derrota, ao invés de pensarmos de forma mais postiva e construtiva em busca de mudanças.
Procure nesses momentos, mudar o foco do pensamento . Exemplo : Acordei e tropeçei, depois ao tomar café, despejei o leite todo no chão, pois escorregou a caixa de minha mão, e aí se desenvolve uma rede de pesnamentos que formam uma frequência ruim que acaba por desencadear uma série de fatos negativos no decorrer do dia.
Então, quando acontecer coisas que não lhe agradam, pare, analise a situação e a partir desse processo de conscientização ,as mudanças começaram a ocorrer.
Lembrem-se que seus pensamentos moldam a sua vida! .3- Deixe o medo fora de sua vida. Nos paralizamos frente a mudanças, por mais que desejadas, justamente porque elas trazem novas expectativas, desafios e como lidar com isso?Parece loucura, mas a possibilidade de estarmos diferentes, nos traz também a ansiedade frente ao desconhecido. Como será estar mais magra ? O que irão dizer ? Como é que vou comer aquilo que gosto na frente das pessoas sem me recriminarem ? Como será chamar a atenção do olhar do outro ? Como vou me sentir sendo desejada ? Nesse momento precisamos refletir e nos preparar para nos olhar com carinho e atenção, pois mudanças trazem modificações em várias áreas de nossas vidas e precisamos estar dispostas para enfrentar essa situação, para que não sabotemos nossas conquistas.
4- Comemore cada vez que conseguir perder peso. Fique feliz e comemore, mesmo que seja 100 gramas. Lembre-se de de pouco em pouco vai se somando e no final a diferença vai ser bem significante. Então, não menospreze suas conquistas.
Nos esquecemos de que para chegar ao peso atual, foram anos de vida, anos de abuso, ou de má alimentação, e reverter esse processo é lento, porém assertivo se for feito com tranquilidade e sem pressa.
5- Estabeleça algumas tarefas que possam te auxiliar no resgate de você mesma, fortalecendo sua auto-estima.

- Dançar

- Ouvir música

- Caminhada

- Ler um bom livro

- Fazer artesanato

- Fazer as unhas, o cabelo

- Andar de bike

-Reunir as amigas (os) a fim de compartilhar suas alegrias e conquistas

Enfim, você pode fazer uma lista de situações que poderão lhe proporcionar prazer, fortalecendo sua relação com você mesma.

Essa é a primeira etapa.
Na próxima semana terá a continuação.

Um abraço
Luciana Kotaka
Curitiba-PR