Vivemos um momento histórico, onde a mulher se encontra presa a uma série de compromissos antes ocupados somente pelos homens. Antigamente exercia sua função de mãe e dona de casa, tinha demarcada a sua área de atuação e suas funções.
No contexto atual, uma série de conflitos advindos da evolução do universo feminino acaba por exigir da mulher uma elasticidade absurda, pois com a abertura de novas frentes de trabalho, vem se qualificando, estudando, não deixando de ser a responsável pelo bom andamento e funcionamento da rotina familiar.
Nessa montanha russa em que hoje nós mulheres nos encontramos, acabamos vÃtimas de nossas conquistas, desenvolvemos a sensação de faltante, pois não dá para dar conta de tudo, mesmo querendo.
Esses sentimentos acabam por tomar conta das mulheres, gerando uma necessidade absurda de ter que fazer e ao mesmo tempo não saber o que fazer, acabando por deixar seus desejos de lado.
Os desejos das mulheres passam a ser substituÃdos por uma série de necessidades a serem resolvidas, como atenção ao marido, aos filhos, trabalho, ela ainda carrega peso do que não consegue resolver, mas que a sociedade prega como sendo o ideal: inteligente, competente, mãe exemplar, magra, bonita e malhada.
A sÃndrome da mulher elástica! Dividida, carregando o peso do não dar conta, se sente esmagada pela falta de tempo, acabando por cortar todas as atividades essenciais, como fazer uma refeição adequada tanto na qualidade como no tempo, encontrar os amigos, malhar na academia, ir ao salão, tendo que acabar por encaixar os poucos cuidados que se dá, após sua jornada de trabalho.
Com a ausência de tempo para atividades e cuidados que lhes proporcionam prazer, ocorre um aumento significativo à incidência da obesidade, visto que a comida é o meio mais fácil e rápido de satisfação.
Faz-se necessário uma reavaliação do seu contexto de vida para que se encontre um equilÃbrio entre o trabalho e as atividades que lhes proporcionam prazer, para que desta forma, possam alcançar equilÃbrio com momentos de alegria, com trocas afetivas com famÃlia e amigos, deixando a comida como um momento necessário em nosso dia a dia, mas não como o prato principal.
Um abraço
Luciana Kotaka
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!! Valeu pela dica! Beijos!
Então: eu moro em Curitiba e faço doutorado na USP, então fico as quintas-feiras em São Paulo.
Meu convênio é esse aqui:
http://www.ics.curitiba.org.br/
Credencia lá, vai rsss tem um programa para “funcionárias” obesas, mas como meu marido é que é funcionário eu não posso entrar. Tem uma lista imensa de psicólogas, mas não me adpatei a nenhuma porque os tratamentos são muito “genéricos”.
Beijos