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Arquivo de julho, 2008

28
jul 08
Arquivado em Default às 23:37 por Luciana Kotaka

Vamos lá! Dicas para acelerar seu emagrecimento:
- Aprender a identificar quando se tem fome ou vontade de comer. Fome é uma sensação ruim dentro da barriga, como se fosse um nó. A vontade de comer se diferencia, porque se come, e a vontade de continuar ingerindo comida não passa, e voltamos à geladeira, ao armário a procura de mais alimento. É como se fosse um saco sem fundo.
- Aprender a colocar para fora os sentimentos que incomoda, coisas que são importantes que sejam faladas, e resolvidas. “Os famosos engolidores de sapo” engolem tudo junto com a comida, o que não conseguem colocar para fora.
- Praticar o prato único – Sempre se servir uma vez só, de forma equilibrada e com qualidade.
- O planejamento alimentar é necessário. Estabeleça um dia da semana para fazer suas compras. Faça uma lista de alimentos magros, adequados ao seu processo de emagrecimento. Organize seu armário, não armazenando alimentos que fazem com que perca o controle , ou que consuma alimentos calóricos sem necessidade.
- Em confraternizações, aniversários, aproveitar esses momentos para dar risadas, trocar idéias, contar um pouco da vida, saborear cada garfada, devagar, conversando, olhando ao redor, apreciando o ambiente e as pessoas, ou seja, comer para sua fome, e não usar essas oportunidades para se empanturrar de comida.
- Sempre parar o carro algumas quadras antes do local que pretende ir, e fazer o resto do caminho a pé, aproveitando esse momento para dar uma caminhada.
- Estabeleça metas a curto prazo e que possa cumprir sem se frustrar. Comece reduzindo uma pequena parte da comida que ingere durante o dia. Exemplo: Se come normalmente dois pães no café da manhã, passe para um pão e meio. Conforme vai se acostumando, passe para um pão. Em todas as refeições, vá tirando um pouco, e quem controla é você, de acordo com o que pode dar conta. Desta forma vai se sentindo confiante, e novos padrões alimentares irão se estabelecendo.
- Faça um diário alimentar colocando o que come, os horários e as quantidades. Esta é uma importante ferramenta que permitirá conhecer seus hábitos alimentares, e lhe auxiliará no auto monitoramento. Relacione os sentimentos presentes nessas situações, desenvolvendo a percepção desse processo de ingestão da comida com as questões emocionais. O que acham? Vamos começar?

Luciana Kotaka

21
jul 08
Arquivado em Default às 01:54 por Luciana Kotaka

A anorexia, bulimia, síndrome do comer noturno e a vigorexia vem aumentando significativamente, retratando os valores distorcidos sobre a beleza e a saúde.
A mulher com anorexia estabelece pesos ideais muito abaixo dos padrões saudáveis e buscam alcançá-los de forma agressiva consigo mesma, não percebendo que ultrapassou o limite do peso normal, colocando com isso sua vida em risco.
Já na bulimia, ocorrem momentos em que as pessoas ingerem uma quantidade exagerada de alimentos, e posteriormente acabam por se utilizar do uso de laxantes, diuréticos e vômitos auto-induzidos, na crença de que podem eliminar 100% do que ingeriram, e assim não ganharem peso. A bulimia tem uma semelhança com a síndrome do comer noturno em função da ingestão exagerada de alimentos, se diferenciando pelo fato de que ocorre uma verdadeira farra alimentar no meio da noite, desencadeando muita culpa e sentimentos de inferioridade em função de seu ato.

Constantemente novas patologias estão sendo diagnosticadas, como a vigorexia, a qual vem prevalecendo no sexo masculino, onde o homem acaba por passar horas na academia, na busca de um corpo forte e perfeito. Atrás desse homem robusto se esconde um sujeito inseguro com baixíssima auto-estima.
Nossa realidade é assustadora, a cultura pelo corpo magro e forte tem sido arrasadora, adoecendo nossos jovens, acabando com relações familiares e sociais.

Luciana Kotaka

18
jul 08
Arquivado em Default às 13:50 por Luciana Kotaka


Meus amigos separados não cansam de perguntar como consegui ficar casado 30 anos com a mesma mulher.As mulheres sempre mais maldosas que os homens, não perguntam à minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo.Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo. Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário.Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue: Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar.Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade. Eu, na realidade já estou em meu terceiro casamento – a única diferença é que casei três vezes com a mesma mulher. Minha esposa, se não me engano está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes que eu. O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher. O segredo no fundo é renovar o casamento e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal.De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido. Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial? Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção? Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10 kg em um único mês – por que vocês não podem conseguir o mesmo? Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares novos e desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem.Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge. Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando chata e mofada, é você, são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração.Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação . Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo circuito de amigos.Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar. Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento . Mas se você se separar sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior. Não existe essa tal ‘estabilidade do casamento’ nem ela deveria ser almejada (muitas vezes é confundida com ‘acomodação’, o que é cruel…).O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos . A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma ‘relação estável’, mas saber mudar junto . Todo cônjuge precisa evoluir: estudar, aprimorar-se , interessar-se por coisas que jamais teria pensado em fazer no inicio do casamento . Isso é necessário também no trabalho, porque não na própria família? É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo. Portanto descubra a nova mulher ou o novo homem que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo interessante par.Tenho certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças . Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de vez em quando é necessário casar-se de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.

Texto extraído da Jabor)

Vejam, esse texto é interessante demais, pois mostra a necessidade de lidarmos com nossos limites e os limites do outro.
Namorar, casar, se relacionar, é uma tarefa por demais educativa, no sentido de aprendermos lidar com as diferenças. Cada um tem um referencial de vida (criação), sendo difícil corresponder a desejos tão íntimos e tão ligados a nossa história de vida.Precisamos lembrar que ser feliz é algo interno,uma postura de vida diante das dificuldades que encontramos no nosso dia a dia.
Mas…podemos sim, falar desses desejos, procurar corresponder dentro do possível a alguns aspectos que fará o parceiro feliz(desde que não se agrida), e assim, aprendermos a nos relacionar no sentido da construção do relacionamento, da harmonia.
Indo mais longe e brincando um pouquinho com vocês, se conseguirmos nos relacionar de forma mais leve, respeitando os limites da individualidade do outro, não ficaremos tão ansiosas, nervosas, irritadas, compulsivas .Assim, também engordaremos menos.
Vamos tentar ser mais felizes ?
Luciana Kotaka

16
jul 08
Arquivado em Default às 18:35 por Luciana Kotaka

Acessem – http://www.radiobandab.com.br/

Clique em RADIOTECA e ouça essa matéria!

Acho importante poder pensar em como a ansiedade influência em nosso processo de ganho de peso. Ouçam e vejam se isso acontece com você! Um abraço Luciana Kotaka

16
jul 08
Arquivado em Default às 14:34 por Luciana Kotaka

Vivemos em um país privilegiado realmente. Mulheres lindas, ousadas, inteligentes, produtivas. Por outro lado, mulheres carentes, solitárias, exigentes com seu corpo, em busca de uma perfeição idealizada.

Ser feliz hoje virou sinônimo de ser bela, magra, malhada. Um padrão que atormenta um grande número de mulheres, esmagando , dilacerando a auto-estima.

Conseguem se transformar em muitas, afim de cumprir os inúmeros papéis que desempenham hoje em nossa sociedade, e ainda serem magras.

Emagrecer é fácil, mas manter-se magra é o grande desafio. Faz-se necessário desenvolver um comportamento magro afim de alcançar um equilíbrio alimentar.

Enfatiza que manter-se magro após uma dieta, é o objetivo de muitas mulheres, e nesse momento acabam vivenciando a angústia do efeito sanfona, gerando ansiedade, comportamentos compulsivos e sentimentos de tristeza.

Existem formas de encontrar o equilíbrio alimentar através do RAFCAL – Reeducação Afeto-Cognitivo do Comportamento Alimentar, um método que visa instrumentalizar o paciente para que se torne autor de seu processo de emagrecimento, visando alcançar um equilíbrio emocional, com intuito de compreender sua história de obesidade e sobrepeso, resgatando sua auto-estima e trabalhando sua percepção de imagem corporal.

Com isso, a idéia é que a pessoa crie um comportamento magro de forma que não se utilize da comida como meio de compensar outros sentimentos como o cansaço, estresse, solidão, raiva, entre outros.

Muitas pessoas não colocam seus sentimentos para fora, e acabam procurando na comida um refúgio, engolindo tudo o que vêem pela frente, pela necessidade momentânea de sentir-se aliviada, compensada, feliz e satisfeita.

Devemos ressaltar que o RAFCAL, é um importante aliado nos processos de emagrecimento, visto que a obesidade em si só é multifatorial, sendo necessário a complementação do trabalho por outros profissionais da área de saúde como os endocrinologistas, nutricionistas, cardiologistas, educadores físicos entre outras especialidades.
Silvia Luciana Kotaka