Olá,
Hoje fui conhecer uma cozinha hehehe, coisas de nutricionista e já anotei uma receita boa! E fácil claro.
Pra começar vou revelar o valor nutricional deste saboroso prato:
É um prato agridoce, muitas pessoas não apreciam, eu gosto, mas convém conhecer a sua visita, se for preparar para receber amigos.
O valor calórico é baixo. São aproximadamente 300 calorias por porção, excelente!
O salmão é excelente fonte de proteínas de alto valor biológico que auxiliam o funcionamento do sistema imunológico e são responsáveis pelos mecanismos de construção e renovação celular. Além disso, esse peixe possui ferro, nosso organismo necessita de reposição de ferro continuamente, principalmente as mulheres.
Também possui vitamina B12, importante na prevenção de um tipo de anemia e também a nutrição sistema neurológico. Outra substancia nutritiva do salmão é o omega 3, um tipo de gordura saudável e importante para o bom funcionamento do sistema circulatório.
O maracujá, famoso por acalmar quem esta com sistema nervoso abalado rsrs, possui vitamina A, importante para a visão e cabelos bonitos, e vitamina C, que auxilia na absorção do ferro encontrado no salmão, a vitamina C, ajuda também na produção do colágeno endógeno e fortalece o sistema imunológico.
Saboreie a vida!!
Vamos para a receita:
SALMÃO COM CROSTA DE ERVAS AO MOLHO DE MARACUJÁ
Ingredientes:
- 800g de salmão em postas ou filés
- 3 dentes de alho
- 1 pedaço de gengibre (como gosto!!!)
- sal e pimenta do reino
- 1 maço de salsinha
- 1 maço de cebolinha verde
- 1 cebola media
- 1 limão
Para o molho:
- 300ml de suco de maracujá concentrado
- 20g de manteiga light
- 150ml de polpa de maracujá
- 20g de farinha de trigo
- 20g de açucar
- 5g de sal
- 100ml de água mineral
Bata no liquidificador alho, cebola, gengibre, tempero verde com o suco de limão, sal e pimenta. Reserve.
Em uma vasilha, coloque os filés de salmão e despeje o molho batido em cima. Misture bem e deixe descansar por meia hora.
Em uma frigideira, coloque azeite com uma colher de manteiga (use light), deixe esquentar e doure os filés.
Faça o molho de maracujá:
Derreta a manteiga, junte a farinha e adicione, lentamente, o suco de maracujá concentrado. Acrescente o açúcar e o sal e em seguida a água para diluição do molho. Coloque a polpa com as sementes e deixe cozinhar por 10 minutos, mexendo sempre.
Para a montagem:
Despeje um pouco do molho de maracujá e coloque os filés de salmão em cima.
Decore com filetes de casca de maracujá.
Beijos
Elisabete Porfírio – Nutricionista

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Editora do UOL Educação
Comer frutas e verduras é questão de hábito. E de saúde
Com a mesma voz firme que usa com seus pacientes, o nutrólogo Ary Lopes Cardoso é enfático ao ensinar como preparar o lanche escolar da garotada: “fruta e água” é suficiente se a criança estuda de manhã.
“Mas só?” pergunta a reportagem do UOL Educação, com certa incredulidade materna. O médico, que é chefe do departamento de Nutrologia do Instituto da Criança da USP (Universidade de São Paulo) explica: “As necessidades nutricionais da criança vão diminuindo [conforme ela cresce]. Lembre que estamos na era das crianças obesas”.
Nesta sexta (27), o IBGE divulgou a PeNSE (Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar) em que a afirmação do nutrólogo se traduz em números: 23,2% dos estudantes estão com excesso de peso dos quais 7,2% sofrem de obesidade.
A nutricionista e professora do Instituto de Nutrição da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Andréa Abdala, demonstra mais preocupação com os alimentos oferecidos pelas cantinas. “Se a cantina deixar de oferecer alimentos fritos, biscoitos com recheio e doces, fica mais fácil para os pais [enviarem alimentos mais saudáveis e menos calóricos]“, diz.
Escola de manhã, escola de tarde
Andréa pondera que mandar apenas uma fruta como lanche pode ser pouco. Se o aluno estuda de manhã, mãe, pai ou quem cuida da garotada precisa observar se o café da manhã foi reforçado — aí, uma fruta pode bastar. O lanche da escola não pode estragar o apetite do estudante para a refeição quando estiver em casa. “Se tiver salada de beterraba [no almoço ou no jantar], a criança não deve recusar por falta de fome”, explica Andréa.
Já o professor Cardoso aconselha em um tom mais duro: “Faça o filho morar na sua casa, não more na casa dele. Para que isso seja cumprido, é preciso ter limite. Sem isso, sem educação, temos um obeso”. Para ele, as crianças precisam ser educadas a se alimentarem direito, sem muitas concessões.
Para conter o engordamento das futuras gerações, Cardoso lembra ainda uma regra básica: é preciso gastar calorias. Ele aconselha que os pais controlem melhor as compras, o cardápio e o lazer. “A criança tem que brincar mais”, afirma o médico, pontuando que o tempo médio em frente à tela é de 10 horas por dia contra 2 horas, há dez anos.
Mudança de hábito
Questionado sobre o balanço entre carboidratos, proteínas e vitaminas na composição da lancheira, ele rebate: “a gente come fruta, pão de queijo; você tem que se perguntar qual alimento. Não tem essa de carboidrato ou proteína”.
Acostumado aos pedidos de receitas e fórmulas, ele dá pistas sobre a montagem do lanche escolar:
- “Fruta e água” é o suficiente para quem estuda de manhã;
- “Não gosto que leve suco [pronto, de caixinha], que é um fator engordativo”;
- “Biscoito para mim é porcaria, melhor que seja pão”;
- Se quiser variar, “barra de cereal uma vez por semana” e
- Pão de queijo [e pãezinhos em geral], no máximo, duas vezes na semana.
Se for o caso de rever as rotinas alimentares da família, os dois especialistas são claros: é preciso paciência e perseverança. Experimentar um novo alimento, por exemplo, pode custar 15 tentativas segundo Cardoso. “Tem de usar de jeitinho”, aconselha o médico.
Mudança de hábito, como a introdução de mais frutas e verduras, precisa de oferta regular desses novos alimentos. “A criança precisa ver os pais comendo, elas aprendem com esse exemplo”, explica Andréa Abdal

Atribuir ao outro a responsabilidade pelo que nos faz sofrer
Abrir-se ao novo também é deixar de lado os ressentimentos. Tantas vezes nos incomodamos por aquilo que passou, não é verdade? Parece que ficamos com várias caixas de arquivo morto, cheio de coisas velhas e sem valor, mas que ocupam espaço em nossas memórias e nossas emoções. Frente a todos estes sentimentos e tantos outros (dos sentimentos humanos que todos temos) o ressentimento, muitas vezes, não é sinônimo de raiva, arrependimento ou vingança, mas a impossibilidade de esquecer ou superar um acontecimento.
Não dá para negar que o relacionamento de qualquer tipo nos afeta, pois temos consequências conscientes e inconscientes. Vivemos de sentimentos de contrariedade: raiva, amor, ódio, agressividade, alegria, uma enorme tristeza, ambição, generosidade, vaidade, inveja, compaixão.
Lembro a você quanto da dor do ressentimento nos dá ainda as vivências de adoecimento, das doenças psicossomáticas, ou seja, aquelas que são causadas por questões emocionais. Ressentir-se é como dar a responsabilidade ao outro por coisas que nós mesmos guardamos em nosso interior. É atribuir a outras pessoas ou situações coisas que deveriam ser resolvidas por nós. É como não nos libertarmos de situações sufocantes e, ao mesmo tempo, conflituosas.
Destaco uma definição muito interessante: “Ressentir-se significa atribuir a um outro a responsabilidade pelo que nos faz sofrer. Um outro a quem delegamos, em um momento anterior, o poder de decidir por nós, de modo a poder culpá-lo do que venha a fracassar” (Kehl, 2008).
Entendo que nossa cultura, muitas vezes, nos ensinou o modelo de vítima como modelo mais utilizado e preferido pela sociedade. Pense nestas três situações:
1) Valorizamos o tirano (aquele pelo qual temos ressentimentimento).
2) Como não temos a reparação (esquecimento) vivemos nos colocando na posição de vítima e sempre temos uma “desculpa” pela situação.
3) Resistimos às situações, pois sempre é mais fácil prorrogar uma situação a agir de forma a extingui-la.
4) Esta relação é circular, ou seja, é cultivada com grande expressão das nossas emoções, alimentando mágoas, rancores e, consecutivamente, ressentimento, tornando-nos cada vez mais adoecidos.
No papel de pessoa ressentida você já deve ter notado que conseguimos uma forma de mostrar que estamos com razão na situação, desculpando-nos de forma tão verdadeira, atraindo, desta forma, muitos apoiadores, que “compram” nossa causa.
A pessoa ressentida e por conseguinte ofendida, agredida e machucada não diz abertamente o que sente, mas prolonga e “rumina” essas dores de forma repetitiva. Dá para imaginar o tamanho deste estrago? É manter sempre o papel da vítima, de submisso ao outro, desligando-se de qualquer culpa pessoal neste processo.
E como posso apreciar algo que foi uma experiência ruim para mim? Como apreciar a mágoa do namoro terminado, da amizade traída, da agressão sofrida? Procurando tirar exemplos e formas diferentes de olhar a vida. Você já foi a um museu que havia visitado quando criança, e agora adulto voltou a olhá-lo? Certamente, sim. E seguramente seu olhar deve ter sido diferente, olhou coisas que não havia percebido naquela época e agora você teve a oportunidade de fazer uma visita diferente.
É este convite que lhe faço com relação aos seus ressentimentos; tente olhar as vivências amargas de uma forma nova, procurando superar emoções negativas que apenas comprometem nossa vida saudável.
Elaine Ribeiro
psicologia01@cancaonova.com
Elaine Ribeiro, colaboradora da Comunidade Canção Nova, formada em Psicologia Clínica e Pós-Graduada em Gestão de Pessoas

Você pede ao patrão para sair mais cedo do trabalho, pega um ônibus lotado, vai para um consultório médico que fica no centro da cidade, gasta seus trocados, seu tempo e seu humor, e, ao chegar, esbaforido e atrasado, descobre através da secretária que sua hora, na verdade, está marcada para semana que vem. Sinto muito, você perdeu a viagem.
Todo mundo já passou por uma situação assim, de estar no lugar errado e na hora errada por pura distração. Acontecendo só de vez em quando, tudo bem, vai pra conta dos vacilos comuns a qualquer mortal. O problema é quando você se sente perdendo a viagem todos os dias. Todinhos. É o caso daqueles que ainda não entenderam o que estão fazendo aqui.
Estão perdendo a viagem aqueles que não se comprometem com nada: nem com um ofício, nem com um relacionamento, nem com as próprias opiniões. Estão sempre flanando, flutuando, pousando em sentimento nenhum, brigando por idéia nenhuma, jamais se responsabilizando pelo que fazem, pois nada fazem. Respirar já lhes é tarefa árdua e suficiente. E os dias passam, e eles passam, e nada fica registrado, nada que valha a pena lembrar.
Estão perdendo a viagem aqueles que, em vez de tratarem de viver, ficam patrulhando a existência alheia, decretando o que é certo e errado para os outros, não tolerando formas de vida que não sejam padronizadas, gastando suas bocas com fofocas, seus olhos com voyeurismo, sem dedicar o mesmo empenho e tempo para si mesmo.
Estão perdendo a viagem aqueles preguiçosos que levam semanas até dar um telefonema, que levam meses até concluir a leitura de um livro, que levam anos até decidir procurar um amigo. Pessoas que acham tudo cansativo, que acreditam que tudo pode esperar, que todos lhe perdoarão a ausência e o descaso.
Estão perdendo a viagem aqueles que não sabem de onde vieram nem tentam descobrir. Que não sabem para onde ir e nem tentam encontrar um caminho. Aqueles para quem a televisão pode tranqüilamente substituir as emoções.
Estão perdendo a viagem aqueles que se entregam de mão beijada às garras do tédio.
Martha Medeiros

















